VACINAS

VACINAS

É realmente espantoso, é necessário que a criança, principalmente bebês que recebem em média até 22 vacinas antes dos 2 anos de idade, tenham uma imunidade muito ativa para resistir. Infelizmente muitas não resistem, mas estas você não vai conhecer, não vai ouvir falar, nem ler a respeito…

Investigar as imunizações – Um dever dos pais

Lisa K. Jillani

http://www.vaccineeducation.com werpave@yahoo.com
Copyright 2005 por Lisa K. Jillani
INTRODUÇÃO

As vacinas constituem uma área controversa do exercício da medicina e da política governamental. Devido à dificuldade de prever a reação individual dos seres humanos à doença ou à vacina, a vacinação continua sendo uma difícil decisão para os pais ou responsáveis pela criança. Este folheto não pretende oferecer orientação médica com relação a este assunto tão amplo. A autora espera apenas fazer com que você procure se informar detalhadamente para estar apto(a) a tomar as decisões necessárias e inteligentes para o bem-estar da sua família.

Investigar as imunizações

Investigar as imunizações:
um dever dos pais
uma tradução da brochura
Investigating Immunizations:
A Parent’s Obligation

9ª edição publicada em 2005
Lisa K. Jillani
Presidente da PAVE, People Advocating Vaccine Education
www.vaccineeducation.com

Baixe aqui para ler o conteúdo completo traduzido – 16 páginas:

http://www.taps.org.br/pdf/imunizacao.pdf

É necessário ter o Adobe PDF insatalado para ler.

VACUNACIONES SISTEMÁTICAS
EN CUESTIÓN

Vacinação sistemática questionada
VACUNACIONES SISTEMÁTICAS EN CUESTIÓN
Juan Manuel Marin OlmosIcaria, Barcelona, Espanha,
2004, 363 p

 

 

São realmente necessárias? Pergunta o médico, mostrando os efeitos adversos pós vacinais que foram e são silenciados.

Mais indicações de livros sobre Vacinas: http://www.taps.org.br/Paginas/VacinasPub.html

Vídeo sobre o perigo das vacinas.

Tradução  do vídeo acima em arquivo PDF: aqui

Programando o corpo humano para combater a reprodução
http://lastdayswatchman.blogspot.com/2008/08/what-is-behind-campaign-brazil-free-of.html
Desde a década de 1970, experimentos de controle da natalidade têm sido conduzidos em países do Terceiro Mundo. Esses experimentos eram realizados por ricos grupos de controle populacional com a finalidade de se desenvolver substâncias esterilizantes que pudessem atuar conjuntamente com a fórmula das vacinas existentes. As experiências iniciais, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU, foram com vacinas contra o tétano e difteria. (Proc. Nati. Acad. Sci. USA Vol. 91, pp. 8532-8536, agosto de 1994)

O propósito declarado dos agentes anti-fertilidade é induzir esterilidade temporária fazendo com que o sistema imunológico da mãe se volte contra a gravidez. Não se sabe exatamente quantos tipos de métodos esterilizantes foram desenvolvidos por grupos de controle populacional, mas anos atrás a OMS ajudou a produzir um agente que neutraliza o hormônio humano da gravidez hCG (gonadotropina coriônica humana), um hormônio que o óvulo fertilizado produz no corpo da mulher logo após a concepção. O agente, que geralmente é atrelado às vacinas contra doenças (como tétano, difteria, rubéola, etc.), faz com que o sistema imunológico confunda o hormônio natural da gravidez como se fosse um germe de infecção. Daí, o corpo da mulher não reconhece o sinal da natureza que é hora de se preparar para a gravidez. O resultado é que o óvulo fertilizado acaba sendo rejeitado pelo corpo da mulher, ocorrendo assim um micro-aborto bem no início da gravidez.

A função dos agentes esterilizantes em vacinas contra doenças é fazer com que o sistema imunológico humano reaja contra a reprodução ou o início de uma gravidez do jeito que reage a uma infecção: combatendo e rejeitando.

~ por arauto do futuro em novembro 16, 2008 domingo.

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