AGENDA AQUARIANA

Palestra

AGENDA AQUARIANA

As 16 Nações Aquarianas e a “17ª Falange”

Por Luiz Gonzaga Scortecci de Paula,
nesses tempos de “CONTAGEM REGRESSIVA”


(NOTA >>> Lida por Helena Schaffner no evento UFO promovido pela parceria NPU / Revista UFO, em Curitiba (PR) aos 26 out 2008 — por ocasião da palestra proferida por Luiz Gonzaga a partir das 09h00, no auditório do Hotel Lizon, onde aconteceu o evento)

Somos 6,5 bilhões de almas encarnadas aqui na Terra e continuamos a crescer, embora a taxas menores do que há duas década atrás, por exemplo.

Mas estamos cada vez mais concentrados no que chamamos de “cidades” e elas, as grandes cidades, só muito recentemente passaram a crescer um pouco menos do que as de porte médio e, estas, um pouco menos do que as pequenas cidades (IBGE).

Ao nos concentrarmos em sítios urbanos do modo como temos feito:

(1) Mantemos cativo um grande mercado, facilmente acessível pela logística comercial e a indução ao consumo;

(2) mantemos cativo, igualmente, a mão de obra disponível, baixando seu custo relativo e especializando e bitolando os talentos em geral para que sirvam melhor ao sistema;

(3) intensificamos ao máximo a comunicação ruidosa e o convívio vazio e, dessa forma, conseguimos gerar uma comunidade de indivíduos concorrentes — e cada vez mais violentos — uma sociedade competitiva, cada vez menos cooperativa e, por fim, escrava de uma lógica que foge cada vez mais de seu próprio controle, ao mesmo tempo que desumaniza a tudo e à todos;

(4) e especializamos e estratificamos, respectivamente, à mão de obra e ao padrão de consumo: uns ficam dependendo de outros para quase tudo e nada mais é de graça, ou quase isso. Nessa linha haveremos de, muito em breve, pagar uma taxa pelo ar que respiramos e uma outra por estarmos vivos, ou seja, nossa taxa pessoal de “impacto ecológico-ambiental”;

Os lucros, assim, são mais facilmente privatizados enquanto mais facilmente são socializados os prejuízos. São inúmeros os mecanismos para que isso se processe normalmente, sem que as pessoas se apercebam disso. Os recursos públicos passam a ter um destino mais comprometido com os interesses dos grupos que controlam a informação, a produção centralizada de bens em larga escala, sua distribuição comercial, a produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, a censura sobre descobertas e invenções e, assim, a manutenção ou a perpetuação do sistema onde a educação, a profissionalização e o controle da gestão pública, ao lado das guerras, das doenças, das epidemias, do crime organizado, do terrorismo e das comunicações em geral e da propaganda, bem como do entretenimento em particular, são usados ardilosa e intencionalmente para controlar esse mesmo SISTEMA para que os interesses dos controladores sejam sempre priorizados, cada dia mais às claras;

A escassez de recursos naturais, e até de necessidades artificialmente induzidas é explorada pelos grupos de poder com a anuência do estado, tanto através das concessões públicas como em razão da programada, e cada vez mais “descarada”, ausência da ação do poder público;

A informação, o conhecimento e o entretenimento, bem como os institutos da obsolescência programada e das patentes em geral, passam a ser instrumentos de poder nas mãos dos grupos de controle, hoje internacionalizados e dominantes também no âmbito dos organismos bilaterais, internacionais e globais de cunho humanitário, bem como no âmbito das religiões de massa, as clássicas e as modernas.

O Ser humano, inclusive os próprios controladores do poder, viraram máquinas, por um lado, e escravos do sistema criado, por outro lado, enquanto dilapidam os recursos naturais numa escala absurda e numa velocidade sem retorno. A população vive a mentir a si mesma, sem aperceber-se disso, bem como sem uma consciência sobre seu próprio estado de saúde, de satisfação pessoal e coletiva, de afinidade de umas para com as outras — inclusive no âmbito doméstico, no trabalho e nos espaços públicos — e sobre seu grau de dependência em relação aos interesses do SISTEMA ao qual servem cada dia mais docilmente e sem culpa.

Na realidade, não percebem nem seu verdadeiro grau de alienação, nem o quanto já se permitem ser manipulados e iludidos em relação à percepção que têm sobre sua segurança ou seu grau de vulnerabilidade em relação às pressões do dito SISTEMA. As pessoas não percebem que já são incapazes de sobreviver sem as providências do SISTEMA e, da mesma forma, não percebem que esse SISTEMA não tem, na verdade, nenhum compromisso, nem com a sobrevivência delas e nem com a sustentabilidade da VIDA em geral na Terra.

Não percebem que o SISTEMA lhes pode faltar ou ser retirado em poucas horas — sem a quem elas tenham para recorrer ou cobrar direitos —deixando cada um e todos a mercê de si mesmos, ou seja, inaptos para a vida e para encarar as circunstâncias.

Somos pouco mais de 6,5 bilhões de almas encarnadas hoje na Terra, e mais de ¼ delas vivem em estados sociais de pleno risco ou já são refugiados de alguma coisa.

Mas somos perto de 24 bilhões de almas capturadas pela freqüência vibratória da Terra no âmbito do nosso atual Sistema Solar, sendo que quase 2 bilhões são estrangeiros, ou seja, têm suas raízes evolutivas em outros sistemas solares e estão por aqui à serviço, ou como aprendizes ou até sem destino mesmo, e que, por essa razão, devem agora, a maioria deles, voltar para seus mundos ou para suas missões espaciais.

Dos quase 22 bilhões restantes, ninguém individualizou-se na Terra. Vieram todos de fora, remanescentes de outras humanidades e que aqui foram reunidos por uma iniciativa à qual emprestaremos o nome de Projeto Terra. Sim: não somos terrestres. Somos extraterrestres, todos nós!

Cerca de uns 64% — 14 bilhões de almas — foram individuados fora da Via Láctea, nossa Galáxia. São de Andrômeda (Galáxia também denominada Mhora), a menos distante das galáxias com expressão física em nossas proximidades, embora seja ela vinculada a outro universo, denominado, por algumas tradições, de Admá-Aron. Esse povo, também segundo algumas tradições, são ditos “HOMARAS”. O Projeto Terra foi originalmente concebido a partir de demandas dessas almas ditas “Homaras”, mas desde o início dois outros grupos foram “involuntariamente”, digamos assim, incorporados à experiência, pois não tinham eles mais alternativas para seus respectivos processos.

Aproximadamente 16% — 3 bilhões e meio de almas — formam um desses dois grupos de agregados de última hora. São os SIMAÓS, a maior parte procedente de Sírius e sistemas solares vinculados a Sírius, graças aos grandes impérios galáticos que por lá tem suas sedes. Vieram para cá com a Terra, à bordo da Terra, ou seja, viajaram com a Terra quando ela foi artificialmente transferida para cá a serviço de um projeto originalmente siriano. O projeto não deu certo e em razão disso a Terra passou a abrigar também aos ditos SIMAÓS, segundo uma outra “equação”, uma “equação” que pudesse, enfim, compatibilizar a nova situação.

O segundo grupo de agregados, estimado em 12% do total — cerca de 2,6 bilhões — são almas acolhidas pela Terra depois de haverem esperado, por um bom tempo, uma nova ou “alguma” oportunidade de recomeço. São de Darmon, uma das denominações para o planeta que existia depois de Marte e antes de Júpiter, hoje reduzido a milhões de fragmentos aos quais damos o nome astronômico de asteróides. Outro ajuste na “equação” do Projeto Terra e todos foram atendidos em suas respectivas demandas espirituais ou evolutivas: HOMARAS, SIMAÓS e DARMONIANOS!

E os outros 8%, ou seja, os cerca de 1.760.000.000 (hum bilhão e setecentos e sessenta milhões) de almas, aproximadamente???…

São minorias diversas incorporadas ao processo terrestre mais recentemente, enriquecendo-o e viabilizando os planos de recuperação implementado depois do acidente solar chamado de Thôro-Marrójih, que acabou por dar outro rumo, muito mais amplo e complexo, para o Projeto TERRA original.

Entre esses, os ditos “Djillis” são a grande maioria, ou seja, as almas dos povos amarelos originais, já que agora, do ponto de vista espiritual, já se misturaram bastante, de modo mais acelerado nesses últimos mil anos, já que teriam chegado à Terra com seus corpos originais ao longo dos quase cinco séculos que separaram o início da decadência Lemuriana até o fim de seu continente sede, Múh, e antes da consolidação da cultura atlante, a última que tivemos em escala planetária antes da nossa atual experiência.

Essas minorias, no entanto, tem a maior taxa reencarnatória da Terra. Retornam à fisicalidade com rapidez e, ao contrário dos outros três grupos, têm a grande maioria encarnada: mais de dois terços, ou seja, mais de 1.173.000.000 estão vivos entre nós, ou melhor, na China, no Japão, nas Coréias, na Mongólia, no Vietnam, e assim por diante, embora, presentemente, almas de outras procedências já sejam bem numerosas entre os asiáticos em geral.

E todos, cada vez mais, vivemos de modo parecido, sendo uns mais vítimas e outros mais algozes de nossos semelhantes e da natureza, querendo ou não, conscientes ou não disso.

Todos caminhamos, os vivos e os temporariamente “mortos”, para um só destino, sim, inclusive como parte do Reino Humano Cósmico Universal ou Sideral.

Mas, como muitos já sabem, depois do acidente solar de Thôro-Marrójih, nossos Colonizadores originais (Homaras, a Hierarquia Tutora, também chamada Hierarquia Crística, e seus Auxiliares Organizados, os Confederados e termos afins) tiveram de partir, deixando meio que largados à própria sorte, digamos assim, as almas Homaras, Simaós e Darmonianas que por aqui já viviam e se reencarnavam, mais ou menos automaticamente, sem necessidade de intervenções extra-físicas.

Esse tempo não deve ter sido fácil para aqueles que por aqui ficaram à espera de seus “Superiores”. Tanto não foi que, na fisicalidade, foram parar nas cavernas e a conviverem com símios como se fossem um deles e, nas dimensões hiperfísicas, a dormirem um “sono sem fim”. Foram-se todos os resquícios de consciência de quem eram, de onde haviam vindo, onde estavam e para onde iriam!

Tiveram a ajuda de terceiros nesse período de abandono??

Sim, tiveram. De povos hiperfísicos chamados de Ililúis, dos servidores cósmicos conhecidos no Espaço como Éleris e, mais tarde, de outros colonizadores também, expansionistas, imperiais, de índole fortemente “yang” e que, aqui aportando, e vendo todos abandonados, resolveram trazer para seus sistemas culturais todas aquelas almas. São os ditos Kamará-Aeons, ou Kamareons, dentre outras denominações, conforme a corrente de pensamento, pois são conhecidos também como “deuses invasores”, reunindo, bom destacar, tão estranhas quanto diversas raças.

Quando os Colonizadores originais, a Hierarquia Tutora e seus Auxiliares retornaram com a solução para o problema do acidente solar (Thôro-Marrójih), encontraram a casa “ocupada”, loteada! E como não foi possível ser de modo diferente, houve entre eles um “acordo”, mais ou menos nos seguintes termos: as almas decidiriam por elas mesmas, com o tempo, ao longo do plano de recuperação — então ajustado à nova situação — para que lado elas iriam.

Decidiriam se ficariam na Terra, que abrigaria o grupo de índole mais “Yin” — característica dos Homaras e da vibração essencial da Hierarquia Tutora — ou se partiam para um planeta que, para tal, foi então mobilizado para dar continuidade ao projeto dos Kamará-Aeons, o time de índole “yang”, já que eles não ficariam por aqui, como parte do ACORDO.

Esse planeta foi capturado para esse fim e caminha rapidamente para estabilizar-se no sistema solar da nossa estrela Sol e tem ele muitos nomes entre nós, conforme a tradição: Hercólubus, Absinto, Nibiru, Tichya, Astro X, Ougar, Morum, Alsigo e Dóton, por exemplo.

Ele, o tal “Astro X”, o 12º planeta, já fora, em seu passado, palco de muitas coisas e lá viveram muitos povos, até que se tornou um planeta meio que “errante” quando, por fim, foi dominado por grupos parasitários e também por grupos de almas “sem rosto” (Koddos), ou seja, sem destino claro, desarticulados, pelo menos até a chegada dos Kamará-Aeons, que dele se apossaram e que, rapidamente, vêm botando ordem na casa, sempre com base em seu sistema “yang” de civilização, sistemas esses ditos, entre os espaciais e interplanetários, de “Sudi-Vaens”.

Um sistema tão perfeito quanto o sistema ou anti-sistema de índole “Yin” que, por sinal, prevalecerá na Terra, hoje uma incrível “salada de modelos”.

Os sistemas “Yin”, de índole feminina, são ditos “Rama Maens” e não possuem, pelo contrário, estruturas imperiais e expansionistas. São comunitários e cooperativos e não vivem em cidades, mas em comunidades, e não têm governo central, pois se auto-governam individual e comunitariamente, assim como também não têm produção em massa de coisa alguma, mas uma espécie de artesanato altamente sofisticado em termos tecnológicos, além de não se especializarem, sendo não só autodidatas mas também artífices em todos os saberes.

Não praticam comércio porque não geram excedentes e não exploram mercados e, de uma certa forma, são nômades dentro das estruturas abertas, em rede, que eles criam para viverem, pois não praticam o instituto da propriedade sobre a infra-estrutura, vivendo livres e construindo muito, mas sempre para todos.

São auto-curativos e fortemente psíquicos e sensíveis. Suas crianças vivem pelo mundo, pois todos são pais e mães, tios e tias, avôs e avós, irmãos e irmãs uns dos outros, de verdade.

São os “Jedais” da ficção científica, enquanto o outro time, a outra turma, são os povos do “império”, que têm governo centralizado e externo, produção em massa e vivem em gigantescas e confortáveis cidades tecnológicas, embora atinjam padrões de civilização avançadíssimos e conquistem elevados níveis de consciência individual e coletiva, embora sempre — vale destacar — “de fora para dentro”, via obediência sistemática, o caminho inverso daquele trilhado pelos Ramas-Maens, que é essencialmente “de dentro para fora”, via uma serena autodisciplina, tão ativa quanto criativa e operante.

Lá na frente, na fase andrógina de nosso processo enquanto humanos, esses dois sistemas — Sudi Vaens e Rama Maens — estarão completamente fundidos num terceiro modelo, embora não mais em sociedades planetárias e impérios, mas no Espaço aberto.

Vivemos sim, uma história tão fantástica quanto complexa. Tanto na fisicalidade quanto nas dimensões hiperfísicas, onde somos mais lúcidos, sim, mas senhores de nós mesmos, mais livres e independentes, ao contrário do que acontece conosco quando estamos em estado de vigília, ou seja, quando estamos “acordados”, na lida da vida, tomados, ou mesmo invadidos pela cultura que deixamos que se cristalizasse entre nós, ou por ação ou, no mais das vezes, por omissão, pura e simplesmente.

Mas, uma hora, com certeza, iam ter de chegar os ditos “últimos dias” para que nossa escolha, nossa OPÇÃO, pudesse, enfim, ser “sacramentada” e o ACORDO, acontecido lá no nosso passado, devidamente honrado pelas partes envolvidas.

A escolha não está fácil para a grande maioria, para a esmagadora maioria, melhor dizendo, pois na fisicalidade, onde o time “Yang” tem um poder quase absoluto sobre nossos 4 corpos mais densos, tendemos à opção 2, ou seja, deixar a Terra e seguir para Dóton.

Fora da matéria, entretanto, quando estamos lúcidos e conscientes de nossa história e natureza, bem como do Projeto Terra como um todo e da autêntica MENSAGEM da HIERARQUIA TUTORA e de SEU MESTRE MAIOR, tendemos a ficar na Terra, embora mais de 1/3 da humanidade já tenha, de fato, se decidido por deixar esse planeta, sim, pois optaram pelo padrão “Yang” de evolução sideral, até porque os Simaós e os Darmonianos — 28% do total, como vimos — são, na origem, de índole “Yang”, ao contrário dos Homaras que, como já vimos antes também, têm índole fortemente “Yin”.

Os grupos “Yang” personificam na Terra o MAL, o “Joio”, pois são agressivos e controladores, autoritários, impulsivos, dominadores, expansionistas e centralizadores, déspotas, guerreadores e hostis, por natureza. Mas são também os ativos, realizadores e bons líderes, decididos e rápidos na ação, pois são socialmente muito produtivos.

Os grupos “Yin”, por sua vez, personificam na Terra o BEM, a paz, a cooperação, o “Trigo”. Mas são também omissos, egoístas, covardes, manipuladores, subservientes, bajuladores, consumistas, possessivos, ciumentos e muito “confortáveis”. Não são lá muito chegados a fazer as coisas, preferindo “comprá-las prontas, ou seja, manipular terceiros para conseguirem o que querem, ou competir de modo ardiloso para ter sobre os subservientes o maior poder possível, sempre para seu conforto pessoal e não visando o bem comum, e sempre achando que … “nada mais justo, pois fiz por merecer”.

Para os SUDI VAENS, a legião “Yang”, tudo tem de ser privado ou “privativo”, exclusivo, personalizado, “meu”, enquanto o coletivo, o comunitário, é apenas uma dimensão útil, necessária aos seus interesses, todos eles tidos como “especial e naturalmente legítimos”.

Para os outros, ou seja, para os RAMA MAENS, a legião “Yin”, tudo tem de ser comunitário, coletivo, de todos e para todos, enquanto o privativo é apenas algo útil, necessário, sim, para cada um e para o bem de todos. No exagero, não fazem nada e usufruem de tudo e da boa vontade da comunidade, fazendo-se uns relapsos e aproveitadores do zelo e da atenção dos demais.

Aí está, creiam, o grande DIVISOR DE ÁGUAS entre os que vão embora, os que vão deixar a Terra por afinidade com o outro SISTEMA (o “Joio”), e aqueles que, ao contrário, vão continuar aqui, progredir aqui em GAIA, herdeiros que são do SERMÃO DA MONTANHA (o “Trigo”.).

Todos nós somos, individual e coletivamente, uma “salada”, não é verdade?

As cartas estão na mesa, os dados foram lançados, a sorte está sendo requisitada!

Você fica?

Ou você vai?

Parece simples, não é? Parece maniqueísmo, não é certo? Ou um reducionismo piegas e vulgar, não é assim? Só “parece ser”, porque, em realidade, não é. É uma expressão da LEI DO AMOR, a LEI DAS AFINIDADES.

Qual sua verdadeira índole? Como você tem sido e vem se tornando ao longo de todas as vidas que você viveu aqui na Terra? Você não teria já feito a sua OPÇÃO?… Será que não?

Lembrem-se que o melhor do feminino ficará na Terra, assim como o melhor do masculino. Os “Yang” NEGATIVOS, naturalmente, tanto homens como mulheres, atrairão as almas “Yin” NEGATIVAS, tanto homens quanto mulheres, pois esses grupos se complementam por afinidade e, por essa razão, precisam um do outro e, por essa razão também, partirão juntos para Dóton, para Hercólubus, o planeta NIBÍRU dos Sumérios, ou o Astro Higienizador das crônicas de Ramatis através dos Canais Hercílio Mães e de América Paolielo Marques.

Então, qual é sua verdadeira índole? Difícil saber, não é? Há quantas vidas estamos lutando para construir essa opção, não é verdade?

A descoberta da nossa OPÇÃO é decisiva, necessariamente interna e no plano da AÇÃO CONCRETA, mas ela não pode ser realmente feita nas atuais condições, pois a prevalência dos estímulos e demandas materiais sobre todos nós, hoje providenciada pelo dito SISTEMA, não nos permite ou não nos deixa decidir, enxergar com clareza, nos perceber em profundidade e, assim, com auto-isenção, fazer ou realizar na prática, nossa escolha espiritual, tanto nos planos superiores de nossa existência, como no plano da personalidade.

Por essa razão, parte do plano de recuperação, ou de SALVAÇÃO da Humanidade terrena, foi sempre “zerar tudo”, de vez em quando, sempre que a ordem cósmica estiver fechando um ciclo natural e com a ajuda de Dóton, o NIBÍRU.

Estamos, agora, nesses tempos, fechando um ciclo natural.

Vamos assistir, de novo, mais uma vez, um “zerar tudo” para que, enfim, livres, libertos, possamos concluir nossa opção realizando-a na prática, não na apenas em nossa cabeça, nos confortáveis sofás de nossas salas de televisão, ou na animada roda do boteco da esquina, ou ainda no divã do nosso terapeuta e nos auditórios dos congressos UFO e afins.

Decidir e operacionalizar nosso destino, vivos ou não, com ou sem corpo físico, na fisicalidade ou fora dela, se vamos ficar na Terra ou se vamos embora para Dóton, não importa, muito embora, no início, vá ter cacique demais para pouco índio por lá, em Dóton, enquanto na Terra haverá índio demais para muito poucos caciques.

É verdade: não ficará “pedra sobre pedra” de nosso mundo, de nossa cultura, de nossa civilização, brevemente, e no meio disso tudo, dessa enlouquecida TRANSIÇÃO PISCES-ACQUARIUS — para COMPLICAR MUITA COISA — ainda tem um enlouquecido pelo poder querendo fazer da Terra o seu Quartel General e aqui começar um novo império guerreiro, bagunçando o meio de campo, embora, dessa maneira, servindo também, indiretamente, tanto para que se concretize o necessário e mais do que profetizado “desmanche geral”, quanto para que nós todos possamos ter mais clareza no nosso processo decisório interno e externo.

Radicalmente “Yang”, esse grupo “complicador” — dito do Anti-Cristo ou Governo Oculto do Mundo, o Super Estado Paralelo e Invisível, os ocultadores de ÓVNIS, por exemplo — é grande, numerosos são seus quadros e muito astutas são suas SUTIS E DISFARÇADAS lideranças.

Hoje eles praticamente controlam tudo no mundo e, por agora, crescerão mais ainda em poder, pois usarão habilmente da confusão, em geral também patrocinada por eles, para alcançar seu intento que, sabemos todos, não vingará, pelo menos na Terra, embora vá dar o que falar, iludindo bilhões de almas, pelo menos por um bom tempo, com suas alegorias e promessas de segurança, competência, ordem e felicidade eternas!

Hoje, entre eles, há até Homaras, além de Simaós, Darmonianos, Djillis e outras “alianças inconfessáveis”, almas-grupo aliciadas entre algumas minorias Djinas (Rói Bibis ou “humanóides”) que circulam como parasitas por aqui na Terra, uns mais, outros há menos tempo, estabelecendo uma bela de uma confusão entre tipos, raças, índoles, tarefas e comportamentos característicos.

Esses todos deixarão o planeta também, mas não para irem para Dóton, mas para outros mundos, por sinal bem sombrios, quer dizer, bem primitivos, mundos que sobrarão para eles, pois todos levarão sua parte, sim, nessa incrível história cósmica.

Para quem vai ficar, saiba que o plano espiritual, a Hierarquia Tutora, os amigos do Espaço e Interplanetários a serviço da Paz e da Luz, do caminho Rama Maens no Universo, estão organizados, não só para a fase do “desmanche”, mas também para os primeiros tempos do RECOMEÇO.

Sim, organizados cada dia mais, não só para a TRAVESSIA, voltamos a dizer, mas também para um TEMPO NOVO sobre a Terra e para os, enfim, terrestres, já que todas as almas que aqui ficarem serão como que filhas da Terra, filhas de Gaia, como se aqui nesse mundo tivessem se individuadas, feitas UM, deixadas de ser “almas grupos”.

Nosso link planetário, as diretrizes para quem vai ficar, de um jeito ou de outro, chama-se AGENDA AQUARIANA e suas dezesseis Nações Planetárias.

Essa diretriz — integrada por 22 “cartas” ou “tópicos” — há muito chegada na fisicalidade, embora só mais recentemente compilada e sintetizada de modo prático e operacional, já começa a ser disponível até pela Internet, saindo, finalmente, de vez, das escolas de mistério e das ordens iniciáticas.

Se você se identificar com ela, com a AGENDA AQUARIANA, e sair à luta, de certo você ficará na Terra, em GAIA, de um jeito ou de outro, aconteça o que acontecer.

Há muita gente à postos, trabalhando, embora ainda sejam numerosos os índios e raros, MUITO RAROS, os caciques.

Vamos acordar?

Bom dia, então!

Eis a AGENDA AQUARIANA…

Consulte >>> www.agendaaquariana.org.br

A décima sétima falange? Esquecemos de mecioná-la?… Pois bem: somos todos nós que ainda não nos inserimos, de fato, pra valer, de corpo e alma, em uma das dezesseis “Nações Aquarianas”, ou seja, quase toda a humanidade, presentemente, pois há indicativos de origem extra-sensorial de que esse número chega hoje, no máximo, a 5% dos encarnados, ou seja, algo como uns 325 milhões de pessoas.

Você estará entre eles? Serão só esses os HERDEIROS DE GAIA??

Bom dia para todas e para todos!

Gratíssimo pela carinhosa atenção!

Luiz Gonzaga

Irati (PR), 23 de outubro de 2008.


Fonte: Rede Aurora

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Texto lido por Helena Schaffner na palestra “Agenda Aquariana”, por Luiz Gonzaga Scortecci de Paula (Ben Daijih) em Curitiba (PR), por ocasião do Seminário “Contagem Regressiva”, promoção da parceria NPU Brasil e Revista UFO, nos dias 25 e 26 de outubro de 2008 (Hotel Lizon).
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~ por arauto do futuro em dezembro 12, 2008 sexta-feira.

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