A Rota dos Ratos

A Rota dos Ratos

(Ratlines)

Fonte: o palpiteiro

Em tempos de acusação de anti-semitismo para aqueles que criticam atualmente as atitudes militares de Israel, não custa lembrar de uma historinha para lá de interessante.
A Rota dos Ratos ou Ratlines foi o nome dado ao esquema internacional que permitiu a fuga de milhares de nazistas acusados de crimes contra a humanidade. Não se sabe ao certo quantos nazistas delas se aproveitaram, mas o mais importante é saber que existiu e que ainda sabemos muito pouco dos detalhes que envergonhariam muitas pessoas e instituições.
Após a rendição alemã, os aliados (EUA, França, Reino Unido e URSS) decidiram julgar aqueles que colaboraram com os abusos que resultaram na morte de milhões de pessoas. Mesmo antes desse fato muitos nazistas sabiam que seriam julgados e condenados. Antes mesmo da rendição alemã, muitos já haviam fugido. “Os ratos são os primeiros a abandonar o navio”, ensina o ditado que acabou por dar nome ao esquema de fuga.
Em primeiro lugar teriam melhores condições de fuga aqueles que possuíssem recursos valiosos para serem negociados. Diamantes e ouro, por exemplo, tomados dos judeus e demais povos oprimidos pela Alemanha Nazista. Assim, os maiores usuários da Rota dos Ratos foram oficiais de maior patente, justamente os que tiveram maior acesso a bens e formas de corrupção durante a guerra. Não por acaso, alguns dos maiores criminosos e assassinos.
O primeiro passo era se desfazer de documentos e demais formas de identificação. Coronéis e Capitães se fizeram passar por soldados rasos. Em seguida arrumaram algum jeito de chegar até a Itália. Os meios foram variados e sempre clandestinos. Trens e caminhões de carga. Os mais bem relacionados já saíam com documentos falsos, mas foram raros.
Na rede de relações desses criminosos aparecia a Máfia italiana. Perseguidos pelos fascistas de Mussolini, muitos mafiosos colaboraram com a CIA, facilitando a entrada das tropas americanas no Sul da Itália. O fato de Michael Corleone ser um soldado americano em O Poderoso Chefão I não é mera coincidência…
Mas além da Máfia, muitos nazistas tiveram uma ajuda acima de suspeitas: padres e bispos católicos. O Bispo Católico Alois Hudal foi o mais conhecidos desses.
O esquema era relativamente simples. O Bispo emitia um documento com um nome falso para o fugitivo. Não chegava a ser um passaporte, mas era um documento reconhecido pela Cruz Vermelha. O fugitivo com nome falso pedia através da Cruz Vermelha um visto de entrada para algum país fora da Europa, em especial a América do Sul. Teoricamente a Cruz Vermelha deveria conferir a veracidade das informações, mas o respeito pela Igreja Católica servia como atestado.
Muitos nazistas vieram para a Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. Na região havia muitas comunidades com descendentes de alemães que os abrigavam. Ofereciam ajuda por dinheiro, solidariedade diante de um alemão que pouco sabiam de seus atos ou ainda mesmo por convicção. Simpatia pelo nazismo também.
Em São Paulo, grandes criminosos nazistas desembarcaram usando a rota dos Ratos. Josef Mengele chegou a Argentina primeiro, com proteção do governo peronista. Procurado, ficou algum tempo no Paraguai, sob a omissão da ditadura de Stroessner. Perseguido, entrou no Brasil. Viveu um bom tempo no município de Caieiras, próxima a duas grandes indústrias Melhoramentos e Voith, com muitos funcionários alemães. Ao que parece, Mengele teve a generosidade de alemães simpáticos ao Nazismo em SP.
Franz Stangl foi responsável pela morte de 900.000 pessoas no campo de Treblinka, na Polônia. Trabalhou como supervisor de fábrica na VolksWagen até 1967. Foi descoberto e extraditado para a Alemanha, onde morreu após ser julgado e preso.
Gustav Franz Wagner viveu em Atibaia, interior de SP e, assim como Franz Stangl, usava seu nome verdadeiro. Chegou a ser descoberto e denunciado internacionalmente. Mas não foi extraditado. Acabou se matando algum tempo depois.
Com a morte desses nazistas, muitos dos segredos da Rota dos Ratos foram enterrados.
Mas até que ponto autoridades brasileiras da época coloboraram?
As autoridades brasileiras foram omissas por incompetência ou simpatia?
Quando o Vaticano vai abrir seus arquivos e reconhecer que alguns de seus sacerdotes ajudaram Nazistas criminosos de guerra?

E os alemães e descendentes que ajudaram esses nazistas no Brasil? Quem será que eles apoiam nas eleições?..

Ratlines – Wikipédia

Os autores do livro, raro por sinal.

www.john-loftus.com

Como um antigo procurador Justice Department, John_Loftus uma vez na posse de algumas das mais elevadas em matéria de segurança do mundo, com acesso especial para a OTAN Cósmico, CIA senha, e Top Secret Nuclear arquivos. Como um advogado privado, ele funciona sem encargos para ajudar centenas de inteligência agentes obter uma autorização legal para desclassificar e publicar os segredos ocultos do nosso tempo. . Ele é o autor da história quatro livros, três dos quais foram feitas em filmes, duas foram as melhores vendedores, e um foi nomeado para o Prémio Pulitzer.

Mark Aarons é um jornalista e autor da Austrália.

Partial bibliography: Parcial bibliografia:

  • War Criminals Welcome: Australia, a Sanctuary for War Criminals Since 1945 , Melbourne: Black Inc., 2001 Guerra Criminosos Welcome: Austrália, um santuário para criminosos Guerra Desde 1945, Melbourne: Black Inc., 2001
  • The Secret War Against the Jews : How Western Espionage Betrayed the Jewish People , with John Loftus , St. Martin’s Press, 1994, ISBN 978-0-312-15648-0 The Secret guerra contra os judeus: Como Ocidental Espionagem Traído o Povo Judeu, com John Loftus, St. Martin’s Press, 1994, ISBN 978-0-312-15648-0
  • Ratlines: How the Vatican’s Nazi Networks Betrayed Western Intelligence to the Soviets , with John Loftus , William Heinemann, 1991 (US edition: Unholy Trinity: How the Vatican’s Nazi Networks Betrayed Western Intelligence to the Soviets , with John Loftus , New York: St. Martin’s Press, 1992). Ratlines: Como o Vaticano do nazi Redes Traído Ocidental Inteligência para os soviéticos, com John Loftus, William Heinemann, 1991 (edição E.U.: diabólica trindade: Como o Vaticano do nazi Redes Traído Ocidental Inteligência para os soviéticos, com John Loftus, New York: St. Martin’s Press, 1992). 372 pages. 372 páginas.

Filminho para ilustrar e complementar:

O download do arquivo “Wake Up Call – Remastered Edition – 2008 (XVid).avi [mininova] AVI / 1.16 gigas” compatível com a legenda está sendo distribuido via torrent, o arquivo está no momento com uma “OTIMA” taxa de velocidade de download.
OBS: Existem no minimo três tipo de “RIPs” desse documentário, e a legenda para qual o arquivo foi sincronizado é esse.


2° opção de download para a legenda.

Site:
http://legendas.tv/
Senha:
Login: bambamlegendas
Senha: bambamlegendas
Depois de logado.
http://legendas.tv/info.php?d=87e02345860241592c3dd0ccfd2aeb1e
DEPOIS DE BAIXAREM FAZER LOGOFF NO SITE PARA OUTRAS PESSOAS BAIXAREM.
GRATO!

http://www.mininova.org/tor/1948216
Para quem não conheçe o sistema torrent, eu aconselho baixarem o programa.
BIT TORRENT.
http://www.baixaki.com.br/download/bittorrent.htm
Um otimo programa para acrescentar a legenda ao filme é o SMPLAYER.
http://www.baixaki.com.br/download/smplayer.htm
legenda:
http://www.4shared.com/account/file/83368361/5c8c05f5/Wake_Up_Call_-_Remastered_Edition_-_2008__XVid_.html

~ por arauto do futuro em fevereiro 4, 2009 quarta-feira.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s