Eventos adversos pós-vacinais

Eventos adversos pós-vacinais

segundo a Fundação Nacional de Saúde:

http://www.uff.br/disicamep/eadv.htm

efeitos adversos específicos
bacilo de Calmette e Guérin (BCG)
tríplice bacteriana (DPT)
tríplice viral (MMR)
antitetânica
contra pólio (sabin)
contra hepatite b
contra Haemophilus  influenzae tipo B
COMPOSIÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS
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Como é bom PODER decidir quando se apresentam as possibilidades.

Se você PODE decidir, porque deixar que o governo decida se você tem ou não que tomar vacina?

Se você PODE decidir e fazer escolhas baseadas em conhecimento dos DOIS LADOS porque delegar isso aos médicos e programas de governo?

Se você PODE decidir que não vai correr o risco de ser um ‘número’ nas estatísticas de “eventos adversos” porque escolheu não se vacinar, nem vacinar seus filhos, quem poderá impor isso a você?

Essa é a questão maior em jogo, que as pessoas tenham a possibilidade de ESCOLHER, DECIDIR consciente dos riscos e não ser empurrado agulhada adentro “quimícos, vírus, produtos como alumínio, conservantes”, etc… que você não escolheu. (Pior quando nem podia falar ou se opor)

O que não pode é ser uma obrigação, mas uma opção.

O que não pode é haver descriminação e preconceito se não houver ‘carteirinha de vacinação em dia’, ou obrigatoriedade em apresentá-la para fazer a matrícula na escola.

Escolher e decidir SABENDO se os benefícios superam os riscos é um direito e um dever. Essa é a opção responsável. Para NÃO sofrer arrependimentos por ter permitido vacinar a si e a seus filhos…

Você tem saída, pode e deve se previnir e se proteger, manter a sua saúde e a doença bem longe de você, encontre algumas dicas :

~ por arauto do futuro em fevereiro 18, 2009 quarta-feira.

2 Respostas to “Eventos adversos pós-vacinais”

  1. Presta atenção na ‘Ditadura da saúde’ armada e entenda porque é preciso manter a soberania da SUA escolha e decisão:

    Postado originalmente na comunidade O LADO ESCURO DAS VACINAS no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=10863510&tid=5303541911942403396

    “Questões ralacionadas ao uso de vacinas

    É condenável a não indicação de uma vacina, salvo em situações muito específicas.
    Tal não indicação pode acontecer por uma compreensão errônea da doutrina invocada como determinante da não-vacinação, como, por exemplo, por parte de alguns médicos homeopatas, conduta que não encontra respaldo na boa doutrina desta especialidade. Contrários às vacinações, alguns profissionais que adotam modalidades chamadas de alternativas de exercício da Medicina infringem dispositivos legais, como o artigo 227 da Constituição Brasileira e os artigos 3°, 4°, 7° e 11° do Estatuto da Criança e do Adolescente, que existem para proteção contra qualquer agravo provocado por ação ou omissão de seus responsáveis legais.
    Existe uma diferença importante entra, por um lado, tratar paciente com medicamentos homeopáticos e, por outro lado, contra-indicar, sistematicamente, a vacinação. Na primeira situação, o médico tem o direito de tratar seus pacientes como julgar mais adequado ao caso, inclusive contra-indicando vacinas para situações específicas. Por outro lado, no caso da vacinação incluída no Programa Nacional de Imunizações e não havendo contra-indicação específica, o médico não está exercendo sua atividade com autonomia profissional em relação ao paciente e, ao contra-indicar a vacinação, estará agindo em desacordo com a legislação do país. Não se tata aqui de renúncia à liberdade profissional assegurada pelo artigo 8° do Código de Ética Médica (o médico não pode, em qualquer circunstância, ou sob qualquer pretexto, renunciar á sua liberdade profissional, devendo evitar que quaisquer restrições ou imposições possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho), mas de observãncia ao seu artigo 14° (o médico deve empenhar-se para melhorar as condições de saúde e os padrões dos serviços médicos e assumir sua parcela de responsabilidade em relação à saúde pública, à educação sanitária e à legislação referente à saúde).

    Cabe ao médico explicar às pessoas as indicações, as contra-indicações, eventos adversos previsíveis e outras informações essenciais sobre as vacinas, deixando a elas a decisãofinal quanto a usar ou não as vacinas não incluídas no Programa Nacional de Imunizações, mas indicadas por entidades científicas, mesmo as que não são oferecidas gratuitamente à população.
    A eventual omissão pode basear-se na suposição da incapacidade financeira da família para arcar com os custos da vacina e que informar sobre ela irá apenas aumentar a angústia dos familiares. Esta é uma condta paternalista da prática profissional, incompatível com o respeito á obrigação de informar e à autonomia.
    Para alguém decidir autonomamente sobre algo que diz respeito à saúde de seu filho (ou a sua própria), é preciso que tenha recebido todas as informações e os esclarecimentos necessários e que os tenha compreendido.
    Os médicos e as instituições de saúde podem ser considerados os representantes da sociedade no que se refere ao artigo 277 da Constituição. Como tal, devem adotar todas as medidas necessárias para que as crianças recebam, pelo menos, a imunização prevista pelo Programa Nacional de Imunizações. Este dever persiste nos casos em que, por exemplo, uma criança não devidamente imunizada contra o tétano e sofre um acidente que resulta em ferimentos profundos, extensos e contaminadose a família recusa-se a tomar as medidas de prevenção.
    Alguns pais não vacinam seus filhos por razões filosoficas e religiosas, outros pelos receios de efeitos adversos e por não estarem convencidos de que a relação benefício/risco das vacinas é favorável. Entretanto, há pais que deixam de vacinar seus filhos simplesmente por omissão. Isso caracteriza VIOLÊNCIA DOMÉSTICA por negligência, previsto no artigo 135 do Código Penal Brasileiro.
    Partindo do princípio que as vacinas são benéficas, é um direito básico de cada criança recebê-las e os pais não têm o direito de decidir, nesse caso, por negar as vacinas aos seus filhos.

    A princípio, como ambos os pais são considerados defensores dos interesses de seus filhos, são eles que decidem, pois é deles o dever de protegê-los. Entretanto, se as decisões dos pais não atendem ao melhor interesse dos seus filhos menores de idade, a sociedade deve intervir e, temporária ou permanentemente, retirar-lhes o chamado poder familiar. É o que ocorre quando se identifica situações em que, sistematicamente, as vacinas não são aplicadas. Esta situação deve ser comunicada ao conselho tutelar ou à vara da infância e da juventude do local de moradia da família, em defesa da criança, como em outras situações de violência doméstica contra crianças. É importante ressaltar que este poder de intervenção do Estado, por meio da justiça, deve ser usado com muita cautela, depois de esgotadas todas as outras formas de convencimento, pois se tratam sempre de situações de grandes conflitos e consequancias para todos os envolvidos.
    A vacinação compulsória é uma questão ligada ao princípio da justiça, que enfatiza distribuir os benefícios e os riscos de forma igual para todos.
    Em relação a muitas vacinas, quem opta por não usá-las aumenta os riscos para outras pessoas, tanto para as que ainda não foram vacinadas (por diferentes razões, como idade, ou contra-indicação médica) como para as que se vacinaram, mas não deselvolveram imunidade (ou a imunidade se pedeu).
    Quem opta por não vacinar aproveita-se do baixo risco de adquirir uma doença possível de ser prevenida desta forma, devido á imunidade coletiva, proporcionada pela imunização da grande maioria das crianças. Estas, ao serem imunizadas, correram os riscos, mesmo que pequenos, de eventos adversos das vacinas. Assim, há clara desigualdade na distribuição dos riscos e benefícios.

    Acrescente-se a isso os custos para a sociedade que a não imunização de indivíduos pode acarretar. Recentemente (2005), após alguns anos sem casos de sarampo, foram diagnosticados cinco casos em não vacinados, adquiridos a partir de um adulto que se infectou no exterior. Em São Paulo, as duas crianças que tiveram a doença não haviam sido imunizadas por razões filosóficas. As medidas de bloqueio implementadas pelas autoridadespara evitar a disseminação da doença exigiram a vacinação de milhares de pessoas, com custo não desprezível.
    Posto isso, o risco de algumas doenças de alta contagiosidadee de elevada morbi-mortalidade poderia tornar a vacinação compulsória não só eticamente justificável como até eticamente indispensável, em algumas circunstâncias.

    Programa Nacional de Educação Continuada em Pediatria – ciclo X 2007/2008 – curso ministrado pela Sociedade Brasileira de Pediatria

    Marcha soldado, cabeça de papel
    Se não marchar direito, vai reto pro quartel!

    Liberdade, liberdade
    abre as asas sobre nós!

    Direito de escolha, onde fica, nesse caso?
    Por que esse sistema de medicina, em visível agonia, é o que tem razão e pode me obrigar a seguir um caminho? Por que não posso optar por outros sistemas, justamente porque me oferecem outras opções?
    Obediência pelo medo: isso tem um nome e nem quero pronunciá-lo… pois temo e tremo só em pensar que esteja de volta…

  2. Um artigo desse tipo é no mínimo, de uma grande ignorância. As vacinas desde que passaram a ser utilizadas em larga escala, foram extremamente importantes para prevenir doenças, o que representa inúmeras vidas poupadas, sem falar nos recursos financeiros economizados com tratamento dessas donças.
    É claro que o texto não vem debater sobre a eficácia das vacinas, mas sobre o suposto direito de escolha que as pessoas deveriam ter sobre a vacinação. A questão é que deixar de tomar vacinas não traz apenas potenciais prejuízos ao indivíduo, mas a todos aqueles que estão a sua volta, já que várias vacinas previnem contra doenças contagiosas. Ou seja, se você deixar de se vacinar, aumentam suas chances de contrair tal doença e, caso isso ocorra, são grandes as chances de que você esteja contribuindo para que outras pessoas adoeçam, e isso pôde ser facilmente evitado no passado, além de todos os gastos que isso vai implicar. Então, deixar de se vacinar, é um ato egoísta e negligente, além de inconsequente.
    Os eventos adversos pós-vacinação correspodem a apenas uma parcela mínima, e não chegam nem perto dos benefícios advindos da vacinação.
    Claro que devemos ter uma análise críticas das coisas, realmente não se deve aceitar calado tudo que nos impõem, mas também não podemos ir contra algo apenas pelo fato de ser obrigatório, e nesse caso a vacinação em massa é a melhor solução, e na minha opinião, a única.

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