O que vai sobrar? CIVILIZ AÇÃO!

O QUE VAI SOBRAR?

Enquanto isso, aqui na Terra com muita dificuldade nossa humanidade se livra dos decrépitos preconceitos religiosos que tanto mal fazem, mas que por serem familiares confortam no terreno conhecido. Porém, que conforto sente aquele que é açoitado? O de conhecer intimamente seu carrasco? Historicamente, o avanço das novidades nunca foi bem recebido, porém, que diferença isso fez ao longo do tempo? Nenhuma! Nossa humanidade quis pensar livremente, aí as fogueiras da Inquisição arderam. O que sobrou? A Inquisição? Não! Sobrou nossa humanidade livre! Vieram as máquinas e a tecnologia, também resistiram os que viam o demônio por trás delas. Quem ganhou? Agora vem o relacionamento direto com o Altíssimo, a ciência entrando em contato com o que outrora foi objeto de religião. O que vai sobrar de tudo isso?

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Quando a ansiedade começar a apertar e tudo parecer conspirar para que você perca o juízo, nesse momento imagine situações que consigam arrancar um sorriso e, talvez, uma gargalhada. Só isso mudará a situação por completo.

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Para que do lado de lá, do mundo invisível do espírito, venha algum tipo de ajuda, será necessário que você faça tudo dentro das normas da correção. Nenhuma ajuda acontece a quem não faz sua parte, praticando a correção.

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Uma coisa leva à outra e de repente você se encontra no meio de um tiroteio que começou com palavras tolas. Nessa hora, ninguém mais se lembra de voltar atrás, o orgulho excessivo obnubila a razão e tudo degringola rapidamente.

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É inevitável sentir o que outras pessoas sintam, ainda que você, em particular, não tenha nada com isso. A sensibilidade é assim mesmo, não reconhece as mesmas fronteiras que artificialmente a mente tenta estabelecer.

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A liberdade não é celebrada com sussurros ou murmúrios, eleva-se um grito que vem do fundo da alma e que ecoa pelos quatro cantos do Universo. Elimine qualquer traço de pudor em relação à celebração da liberdade.

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É comum pensar que o coração e a mente vivem em eterno conflito, mas na prática isso não é assim. Acontece apenas que é difícil conciliar a etiqueta com os desejos que fazem arder sua vida interior..

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Enfrentar o perigo em vez de recuar ou fugir é a proposta da ousadia. Nesse momento tremem as pernas e a barriga sofre desarranjo, mas logo em seguida um fluxo vital renovador se faz sentir e, no fim, tudo dá certo.

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O sentimento de inadequação é desconfortável, em alguns momentos parece que todas as pessoas olham para você e desaprovam seu desempenho. Porém, quando se cria algo interessante não há como isso passar por adequado.

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Simples envolver-se com os acontecimentos quando estes produzem prazer e alegria, mas por acaso a vida é menos viva quando os acontecimentos são limitantes, constrangedores e difíceis de resolver? Pense nisso!

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CIVILIZAÇÃO.

Enquanto isso, aqui na Terra Krishna explicou a natureza do Universo, Moisés apontou o dedo na direção da Terra Prometida, Buda se libertou da ilusão, Cristo encarnou o amor incondicional e Maomé promulgou as regras de uma vida organizada. Até agora nossa humanidade tenta entender o que isso significou para ela. Entendendo ou não, é inegável que aquilo que chamamos de civilização é o que nossa humanidade tenta fazer com as verdades espirituais com que entra em contato de tempos em tempos através dos Emissários do Altíssimo. Atualmente, estão dadas novamente todas as condições que evocam o aparecimento de um novo Instrutor, pois a política, religião e economia mundiais não servem mais para o bem geral das pessoas, servem ao sectarismo e à guerra.

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Considere que a maior aventura não é andar por trilhas perigosas ou assumir riscos fabulosos, mas exercitar o domínio da própria mente. Quem conseguir esta façanha pode se considerar superior aos seus semelhantes humanos.

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Busque a perfeição ainda que o normal seja pensar que tudo que for humano deveria ser imperfeito por natureza. Rejeite esse tolo convencimento de que os humanos devemos nos conformar com menos do que a perfeição.

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Você já sabe que não se pode obter verdadeiro sucesso sem arriscar-se. Talvez o que você não saiba ainda é que isso não significa que aceitar todos os riscos queira dizer que haveria mais sucesso pela frente.

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Fazer o que lhe dê na telha não é o mesmo que exercitar a vontade e a liberdade. Em muitos casos, obstinar-se para realizar algum desejo em particular é, no fundo, uma limitação de sua liberdade de escolher.

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As adversidades são a bigorna existencial onde se malha a força de vontade, aprimorando o desempenho e tornado-se livre das circunstâncias. Você desconheceria o alcance de sua força de vontade não fossem as adversidades.

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Permaneça em movimento, pois enquanto tudo for dinâmico nada de ruim acontecerá, ainda que pareça tudo estar indo por água abaixo. O momento da renovação é caótico, mas esse estresse logo dará lugar ao aroma excitante da aventura.

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Qual a melhor atitude num momento de perigo? Em primeiro lugar, preparar a mente para a batalha, imaginando-se num panorama cheio de Sol e flores das mais variadas cores e aromas. Com a alma leve, a vitória é assegurada.

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Os hábitos são criados, não existiram sempre. Por isso, o que haveria de mal em destruí-los para criar outros novos? Nada! Muito pelo contrário, só pode haver benefícios na renovação dos hábitos. Isso é importante.

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Descansar é necessário, principalmente porque do jeito que aumenta a tensão você precisará ter um desempenho cada vez melhor para dar conta do que acontece. Por isso, descanse em primeiro lugar e só depois entre em campo.

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Melhor não responder às provocações, porque ficar medindo forças o tempo inteiro é sinal de fraqueza. Prepare-se mental, emocional e fisicamente para o embate, mas não saia por aí fazendo demonstrações de força.

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No furor da batalha se medem as forças e o que antes era motivado pela raiva se transforma numa visão realista do que acontece. Nas guerras ninguém ganha, todos perdem, todas as partes envolvidas sacrificam seus interesses.

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Especiais só são as pessoas que em tempos de tensão não se deixam carregar pela onda de fazer parte de estupidezes e brutalidades, mas preservam a cabeça no lugar e agem com a maior sabedoria possível.

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Fonte: Quiroga

~ por arauto do futuro em agosto 25, 2009 terça-feira.

Uma resposta to “O que vai sobrar? CIVILIZ AÇÃO!”

  1. […] que tanto mal fazem, mas que por serem familiares confortam no terreno … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]

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