26 Agosto 2009 – Descrevendo os cenários da Conciência (I)

Descrevendo

os cenários da consciência.(I)

Dentro da exo-ciência existem várias ramificações realmente úteis na hora de vertebrar a matéria da consciência. Mencionarei 3 que me parecem imprescindíveis para uma melhor compreensão do mapa que desde esta equipe  (starviewer) pretendemos traçar. O restante das disciplinas não mencionadas também são de peso, porém para o assunto que nos ocupa, as seguintes servem perfeitamente como material introdutório:

A Exo-psicologia é uma disciplina que se encarrega do estudo da preparação  psicológicas humana para a interação extraterrestre. E se pergunta: que evolução deve experimentar nossa mente e cultura, para conseguir compreender a verdadeira dimensão de tudo o que deriva do fato de não ser a única inteligência da criação?

A Exo-consciência se enfoca na análise do vínculo entre nossa consciência e a consciência cósmica. E, entre outras muitas questões, se pergunta: esta o ser humano experimentando a eclosão de sua consciência cósmica, e o tanto que somos seres vinculados a outros seres?

Finalmente, a Exo-política nos aporta o estudo do aspectos políticos da integração entre a humanidade e as diversas inteligências extraterrestres.

Estas 3 ciências e suas respectivas aspirações convergem -como nunca antes- na atualidade. Logicamente, o cimento de todas elas é a existência da inteligência extraterrestre. E, ainda que esta premissa esteja sustentada sobre sólidas provas, se entenderá que este trio de disciplinas têm no paradigma cultural imperante seu maior obstáculo. A medíocre e limitada cultura global aceita, em sumo, a existência de uma inteligência sobre-humana, a quem tem chamado ‘Deus’. Essa é uma crença que, com múltiplas peculiaridades, é compartilhada por 80%  da humanidade. Desta porcentagem, 52% agrupam as três grandes religiões monoteístas (Oxford University Press, 2001).

Se diria que o sacrossanto terreno da religião, é o espaço limitado ao que se vê relegado o espinhoso assunto da inteligência extraterrestre. Porém não é assim.

A realidade  é que, ainda que o fato religioso é – em sua essência e Genesis- uma interpretação cultural do fenômeno extraterrestre (tanto em suas origens, casuística, e implicações sócio-culturais), este último não goza da aura de respeitabilidade do primeiro. O fato extraterrestre, ainda que seja de algumas implicações tremendas em todos os aspectos que o vincula ao ser humano, forma partes da cultura pop.

A concepção que nossas mentes tem da inteligência extraterrestre é – mais além de toda a outra consideração- dramática, se tivermos em conta que as chaves para compreender o estancamento evolutivo da humanidade, provavelmente residem no tema em questão, e na não reconhecida vinculação do mesmo com a cultura religiosa.

Pela via das exo-ciências (as ciências que estudam o que há aí ‘ fora’), podemos expôr – sem complexos- vários temas relevantes, entrelaçados uns a outros de maneira tão complicadas que, contudo, o leitor profano poderia considerar como inconexos.

Mais ainda, poderia se pensar que a consciência nada tem a ver com esses temas ou fenômeno que se passa a enumerar:

* A História- A construção de tudo o que viemos a chamar história humana, bem poderia ser o ‘designer’ (desenho) de certas inteligências não-humanas. Este recorrer de milhões de anos nos falam de umas civilizações terrestres que, se bem alcançaram um alto nível técnico, mantém até o presente um padrão insuperáveis: não se desenvolve nelas uma consciência madura que libere o ser humano do atavismo e da ordem piramidal.

Entre as motivações que haveriam levado a estes ‘ designers’  (desenhistas) a criar uma estrutura (sustentada em dois pilares: tendência ao materialismo, em substituição da espiritualidade pelo mito religioso) claramente opressiva, temos uma que, se bem poderia resultar fantasiosa, é mencionada em textos antigos: o seres humanos são escravos de certas entidades aos que essa literatura denomina como designers, gênios, deuses ou anjos…

A estrutura sobre a que se levantam os cultos religiosos  grupais poderia explicar, em parte, as motivações destes seres para conosco.

* Consciência de si mesmo. O ser humano carece da consciência de si mesmo como ente integrante de uma criação cósmica. A informação que tem parte de relatos mitológicos nos quais se explica que o status dos homens é produto de um determinado episódio de intervencionismo extraterrestre. Entre estes textos encontramos chaves que indicariam que o caminho das reintegração ao cosmos evolutivo, está em adquirir consciência sobre a verdadeira natureza (espiritual) do ser humano, o capítulo de intervencionismo, e a estrutura premeditadamente involucionista do sistema em que vivemos.

Em última instância, todos o âmbitos da vida humana, desde a família, até o sistema educativo, passando pela economia, a política, a ciência, estão encaminhados à conservar uma estrutura básica de ignorância e dependência que, precisamente, originariam um determinado estado vibratório, de acordo com as necessidades dos ‘designers’ do sistema. Entre essas necessidades se encontrariam a alimentícia: estes entes se alimentariam de certas energias emanadas pelo homem, em estados emotivos muito concretos.

* O sistema impregna tudo. A medida que o indivíduo começa a remexer nos conteúdos culturais do sistemas, acaba chegando à conclusão de que as raízes do programa operativo do sistema (no inconsciente humano), chegam muito mais além do que poderia imaginar-se; conseqüentemente, adquirir consciência sobre si mesmo, é um trabalho cujos resultados somente se obtém mediante o questionamento de todas as manifestações deste programa operativo.

Falta dizer que o descondicionamento ao que aspira o indivíduo e quem pretende achar essa consciência, é um trabalho de introspecção constante.

Amiúde, o interessado confunde ‘ informação’ com ‘ consciência’. Se bem que a informação sobre as causas prováveis do condicionamento, e o modo em que este atua na sociedade, é informação útil, não deve ser confundido com a ‘consciência’, que é um processo individual de digestão e amadurecimento de todos estes dados (junto ao nosso próprio trabalho introspectivo, encaminhado à romper com as contradições), que deve tomar forma na cristalização progressiva de uma visão mais completa,  objetiva e livre da realidade.

Em conclusão: diante das numerosas canalizações, teorias antigas e atuais, e experiências particulares, que nos contam -de forma abreviada e infantil- o que poderia ser a origem do ser humano, serve de algo todo esse material se não acabar por demolir  nossa passividade e gerar o interesse por desprogramar nossa mente?

Se o ser o humano é pensamento (habitualmente insano, porém pensamento) que toma forma na matéria-corpo, entenderemos que nossa incorporação ao cosmos evolutivo deve partir por reconduzir nossa gravidade (individual), levando-a desde a matéria até o impalpável, que é interior e conecta o homem com o cosmos? A compreenderemos que isso não se consegue simplesmente com estados emotivos alterados (estimulados exteriormente), mas com um profundo questionamento dos mesmos, com uma reestruturação de prioridades, com a aceitação de nossas responsabilidades?

Dito em outros termos: Não é mais consciente de sua realidade  quem levita, rompe os limites do espaço-tempo, visita lugares sagrados, se alimenta de vegetais, fala bonito e com eloquência. E sim, quem se questiona a si mesmo, e sempre duvida dos atalhos e caminhos fáceis. Sim, consegue acessar a essa consciência quem se abstrai dos triviais e vãos cenários físicos com o que se distrai ao ser humano, e se neutraliza a opção evolutiva.

Uma vez mais, a questão que nos faz a exo-psicologia: que evolução deve experimentar nossa mente e cultura, para conseguir compreender a  verdadeira dimensão de tudo o que deriva de não ser a única inteligência da criação?

Para finalizar, uma pergunta aos eleitores, sobre a base da seguinte experiência:

Manoelito é um adolescente que joga na equipe de seu colégio. Jogou na final do campeonato, para o qual se preparou com grande esmero e concentração. Porém sua equipe, apesar de todo o esforço que o garoto fez, perdeu estrepitosamente. Agora temos a Manoelito, abatido, a espera de um conselho que o faça sentir-se melhor. O que você diria?

Informação adicional:

http://www.exopoliticsspain.es/sp/exociencias.htm

Written by Star Viewer

Tradução Livre: Equipe Arauto do Futuro.

Link para outras traduções:   AQUI

Original em espanhol, na fonte: AQUI

~ por arauto do futuro em setembro 2, 2009 quarta-feira.

Uma resposta to “26 Agosto 2009 – Descrevendo os cenários da Conciência (I)”

  1. Propor aos leitores que pensem sobre o episódio desportivo do adolescente ‘Manoelito’, não tem outro propósito que o compartilhar diferentes estados de consciência. Há quem tenha percebido de maneira mais superficial seu problema que otros.
    Há, ao menos, duas maneiras de enfocar -desde a análise de crescimento pessoal- todo este tipo de assuntos:

    A)Accessório: Um garoto que joga futebol não assimila o perder, ou sente demasiada responsabilidade quando –ainda tendo dado o melhor de sí- sua equipe é derrotada. A terapia aplicada é ensinar-lhe a reconhecer que seu esforço não é em vão ainda que o resultado seja uma derrota.

    B)Espiritualidade real: ensinar ao garoto que a competição, a rivalidade ao que é empurrado pelo meio ambiente, é desnecessária. O conceito ‘rivalidade’ é socialmente aceito por sua associação com os termos ’superação’, ‘inconformismo’.

    Estes dois paradigmas definem esquemas bem diferenciados. O primeiro é um sucedâneo de espiritualidade que não penetra no culturalmente establecido e, simplemente, busca sanar uma das consequências de um processo que não se pretende modificar, a competitividade em sí mesma.

    Se entenderá que desde a consciência requerida para viver a realidade de um modo menos afetado pelos condicionantes culturais, a opción B é a que nossa linha de consciência defende.
    Tavo.
    StarvierwerTeam

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