31 de agosto 2009 – Descrevendo os cenários da Consciência ( II )

Descrevendo os cenários da

consciência (2)

Podemos entender o termo ‘consciência’ a partir da seguinte definição: conhecimento que o ser humano possui sobre si mesmo, sobre sua existência e sua relação com o mundo. Aprofundando um pouco, diremos que é válido acrescentar que implica no conhecimento detalhado e real de algo, assim como a capacidade para discernir entre o bem e o mal. Usando uma figura de linguagem podemos dizer que Consciência é uma cebola em si mesma, que devemos observar camada a camada.

Digamos que o ser o humano possui uma pobre consciência de si mesmo. Todos os fatores culturais (provenientes dos seguintes âmbitos: cultura, a sociedade, economia, ciência, religião e  política) dão forma a concepção  que o indivíduo tem dele mesmo e sua relação com toda a criação. Fatores que giram ao redor do homem, como rodas de fixação que o impedem formular uma nova definição de si mesmo.

O homem comum é igual ao consumidor generoso, crente que não faz perguntas, votante fascinado pela retórica do seu lider, rigoroso contribuinte, complacente cidadão, trabalhador em penitência, entretido e televidente, recitador dos mantras científicos, confiado pai que delega a educação de seus rebentos, passional torcedor de sua equipe esportiva, patriota de sua bandeira, seguidor entusiasta de seus ídolos, devoto praticante de ritos públicos nos quais as imagens representam a sua divindade…

Falta dizer que o ser humano é muito mais que tudo isso, ainda que difícil seria conseguir uma definição que não englobe várias destas expressões.

Definitivamente, somos o que cada um dos âmbitos acima expostos deseja que sejamos. Representamos, no entanto, seres complacentes que desejam adequar-se ao estabelecido, num ambiente que mais convenha aos outros. Alguns desses ‘outros’ que bem poderiam não somente ser o establishment evidente, senão o oculto.

O sistema de controle.

Sistema de controle é uma expressão cunhada pelo astrônomo, informático e o ufólogo francês Jacques Valiée, que se poderia definir como o mecanismo – natural ou artificial, criado por inteligência supra humana – que regem a níveis de sociopsicologia aos habitantes do planeta Terra. Dentro desse controle estaria incluído os fenômenos paranormais, tais como os ovnis e as manifestações de inteligências não humanas.

O sistema de controle atuaria sobre o inconsciente coletivo, mediante uma estrutura global física, que não seria outra que os âmbitos que acabo de enumerar acima. Este esqueleto organizativo mundial teria, a julgar pelo evidente, uma configuração cujo propósito não é benéfico para o ser humano. Ao contrário, a humanidade (que nos termos em que deve ser analisado o fenômeno) aparece sem possibilidade de abstrair-se da matéria e das doutrinas filosóficas (seguidas cegamente) que lhe oferecem uma definição de si mesma carente de verdadeiros e úteis instrumentos para criar dissidência.

O propósito dessa dissidências não seria, em princípio, se não obter uma posição mais objetiva e reflexiva para o indivíduo que deseja entender que motivações e sentidos se escondem atrás de todas as manifestações do ser humano na matéria. Voltemos à definição de consciência: se a gravidade que o sistema de controle exerce -a níveis inconscientes- sobre a mente no ser humano, é brutal (tanto que é irreflexiva e socialmente aceita), como não vamos ter uma pobre consciência, um pobre conhecimento, de nós mesmos?

Descartamos, pois, que o homem possua um conhecimento detalhado e real de como e quem tenham configurado (mais além dele mesmo) seu mundo mental e seu mundo físico. A cebola, como figura do conhecimento, deverá esperar para ser analisada -camada a camada- até que o ser humano obtenha os requisitos necessários para isso.

E entre esses requisitos temos, como não, aqueles elementos que o sistema de controle tem tomado para si (o caso do tempo físico), ou tem evitado seu cultivo (sentido crítico, e espiritualidade individual) por todos os meios, pois não lhe convinha ou as suas aspirações de controle.

Se compreender que, se o indivíduo não dispõe de tempo (vive para gerar salários que antes de ser recebidos já são dívidas) e, como conseqüência de não realizar um planejamento adequado à realidade (sistema de controle) se vê criando uma nova família, cujos potenciais descendentes não poderá educar diretamente (ao que generosamente o fará o sistema de controle), a roda da ignorância é difícil de ser freada.

Imaginem viver numa prisão sem haver cometido delito algum, sem tempo material ou estímulo para aspirar sair dela, criando dentro novos cachorros que não podereis educar para que aspirem ao mesmo, pois estarás hipotecado 18 anos em obter seu sustento material e o vosso? Talvez o pareça um exemplo radical. A mim parece muito habitual, muito real.

Quem haveria estabelecido o sistema de controle?

A princípio, convém saber que a hipótese do sistema de controle não é nova. Primeiro os gnósticos (mais de dois mil anos atrás), logo os cátaros (século X), falavam de um mundo material regido por um Demiurgo, um ente que cria em oposição ao cosmos e suas leis.

A tendência do homem à personificar, a limitar, poderia ser o motivo pelo que essas duas correntes filosóficas reduziram a um só ente (o mesmo que outros descrevem à Fonte Criadora como um senhor barbudo de cabelo branco) o que, possivelmente, seja uma raça ou civilização nada divina, porém mais capacitada que nós para operar sobre a matéria.

Os conhecemos através de múltiplos nomes:

Imanujela (Os senhores que tenham vindo. Muito similar a Emmanuel,
que em hebreu significa O Senhor – Deus- está com nós), Zuswazi (Etnia Bambara, oeste África), Imbulu (Sudáfrica), Chitauri (Lengua bantú, hemisfério sul africano. Os que ditam a lei. Deuses lagarto, forma mutante), Arconte (gnosticismo cristão), Ikuyas (Amazonia). Os Dogones (Mali) os consideravam deuses instrutores chegados de Sirio, deuses vampiros. Na cultura maia teremos a Quatzalcoatl. No Genesis é uma serpente quem provoca a caída em desgraça do ser humano.

Essa mesma mensagem que nos chega desde o gnosticismo obtemos nos últimos anos, através de numerosos testemunhos -desconexos entre si-,  quem mais além das particularidades, coincide em um ponto: o intervencionismo cósmico.

Um intervencionismo que operaria com um objetivo: neutralizar o acesso do ser humano à consciência, a sua própria consciência. O que motiva este interesse? Pois deêm uma olhada em todas as mitologias, e a sede de sangue dos seus deuses. Algumas mitologias têm tamanho pedigree que são crenças sagradas. Porém o comportamento destes deuses não varia: sangue, divisão, submissão, dependência. Não nasceu ainda o deus que não sejam religioso, patriota, rupestre. Todos querem templo, grupo, rito, dor, medo. Não nasceu ainda o deus que ceda seu assento à deusa vestida de sol…

Tudo isso nascerá com o parto da consciência, em cada corpo disposto a retirar a gravidade que o emcadeia a Terra, para recolocá-la em um único ponto, cósmico, que una ao ser humano com sua natureza original, via interior. Até então, até que a Vida e a Consciência se abram caminho -sem a humana compaixão-, nos resta o tempo de análise externo e constante introspecção.

Existe alguma relação direta entre o despertar da consciência, um conhecimento mais explícito da existência de inteligência extraterrestre (e o sistema de controle), e os processos cósmicos que estamos experimentando? Os indícios nos conduzem a esse cenário de convergências, que analisaremos em breve.

(Logo se entenderá que não pretendo reduzir o cosmos inteligente à hipotética ação de entidades que metem grosseiramente suas mãos na humanidade. O cosmos evolucionário será motivo de outros artigos, porém o presente se propõe indagar a ação daqueles que – parece- obstruem o acesso humano ao conhecimento. )

Written by starviwer

31 Agosto 2009 a 4:01

Tradução Livre: Equipe Arauto do Futuro.

Link para omais artigos traduzidos:   AQUI

Original em espanhol, na fonte: AQUI

~ por arauto do futuro em setembro 9, 2009 quarta-feira.

2 Respostas to “31 de agosto 2009 – Descrevendo os cenários da Consciência ( II )”

  1. QUEM SÃO ESSES SERES? Qual é o drama e porque estão nesta de nos escravisar, dividir e mutilar? Eles não conhecem as leis do universo, não sabem que tem retorno garantido pra eles?

  2. A consciência é impirica, e nela se aplica a ramificcações do cerebro, como parte fisica de um corpo pratico que é dependente de outras fontes pra se desenvolver e se manter estacionado.A morte da mesma resulta na destruição da consciencia e inconsciente, acredito que as forças inconscientes prova o misterio do desconhecido, só depois do breve descobrimento da mesma é que realmente saberemos o que estamos fazendo aqui, neste mundo. Nem mesmo a antropologia com a ciencia de todos os seres poderia esplicar em suma importancia a grande magnificencia da mente humana, que se encontra com a chave dos misterios.

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