‘Aquecimento Global é terrorismo climático”

aquecimento global

aquecimento global

Essa semana fomos pesquisar mais sobre o assunto que está tomando todos os meios independentes de informação na internet, o Climategate, que andou provocando ‘apagão’ em artigos de algumas mídias não tão ‘independentes’ apesar de sustentarem em seu título tal denominação, o que nos causou surpresa e espanto foi o ocorrido com o primeiro artigo a seguir, que cede seu título a este post do Arauto.

Alguns pesquisadores e cientistas brasileiros, a nosso entender, sensatos profetizavam sobre o alarmismo e a farsa (hoax) do aquecimento antropogênico há alguns anos, demonstrando suas posições sobre o porque e quais interesses se escondem por trás do terrorismo climático. Em homenagem a este pesquisador brasileiro iremos publicar aqui, sem censuras, as entrevistas encontradas na internet, pois como cita um comentário de uma das matérias a seguir, e na qual concordamos plenamente:

Que bom que sempre tem alguém que pensa diferente, a ignorância que faz todos seguirem a maré anida vai matar a humanidade. ” Tomé de Pádua – 18/09/2009 15:36

*                                                                    *                                                                                  *


Aquecimento Global é terrorismo climático
Fontes: Isto é Independente e Brasil acima de tudo
Entrevista concedida a Rodrigo Rangel  em 07 de julho de 2007
Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos.
Por Rodrigo Rangel (*)
O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente. Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha preocupação. Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta.
Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global. Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61 anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado aquecimento global. Boa notícia? Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de resfriamento do planeta.
“Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser pior”, pontifica. Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos emergentes. O professor ainda faz uma reclamação: (Nota do arauto: isso é um prenúncio a nosso entender, agora confirmado pelo vazamento dos emails no ‘climategate’) diz que cientistas contrários à tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.
ISTOÉ – Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?
Molion – É difícil dizer que o aquecimento é global. O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global. Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora. A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano. Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado. Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2?
Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.
ISTOÉ – Qual seria a origem das variações de temperatura?
Molion – Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura. Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global. Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo – na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero. Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.
ISTOÉ – O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?
Molion – O painel não leva em consideração todos os dados. Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [exvicepresidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2. O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula. Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores. É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.
O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm.
Como é que se jogam fora essas medidas? Só porque não interessam ao argumento? O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos. O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando. Ridículo, palhaço.
ISTOÉ – Esses temores são cíclicos?
Molion – Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia: “O mundo está fervendo.” Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial. Agora, de novo se fala em aquecimento. Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global.  Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo. Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima. Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998.
Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos – daí o derretimento das geleiras – e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria. Quando esfria é pior para nós.
ISTOÉ – Por que é pior?
Molion – Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de reter umidade e aí chove menos. Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no Brasil como um todo ficou reduzida.
O aumento de CO2 não é novo. Nos últimos 150 anos, já atingiu 600 ppm. Mas o Al Gore usou a curva do CO2 de 650 mil anos atrás.
ISTOÉ – No que isso pode interferir na vida do brasileiro?
Molion – As conseqüências para o Brasil são drásticas. O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a 20%, dependendo da região. Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser maior, provocando uma freqüência maior de geadas. A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como foi a de 2005. O Nordeste vai sofrer redução de chuva. O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são as que apresentam sinais mais fortes. Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja brasileira. A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de produtividade.
Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se houvesse o aquecimento.
ISTOÉ – A quem interessaria o discurso do “aquecimento”?
Molion – Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos. Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente. Vão defender os interesses de seus governos. No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público. Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs. O Brasil assinou. Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira. É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista.
ISTOÉ – Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?
Molion – O Al Gore no filme dele diz “nós resolvemos um problema muito crucial que foi a destruição da camada de ozônio”.
Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só se recuperaria depois de 2100?
Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista. No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o domínio. No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e, agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global. O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França, Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra royalties de propriedade. E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos maiores da história.
ISTOÉ – O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?
Molion – É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.
ISTOÉ – Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?
Molion – O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou. Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes. É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.
ISTOÉ – Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global…
Molion – Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global. Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto. Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados. Dançam a mesmamúsica que o IPCC toca.

ISTOÉ – O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?
Molion – Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio. Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química. E o professor Molion ficou na geladeira. De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional. Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.
Em 1987, sob Thatcher, países subdesenvolvidos foram obrigados a eliminar os CFCs. Foi uma das condições impostas pelo FMI.
ISTOÉ – O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?
Molion – Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade. É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível do mar.
ISTOÉ – Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?
Molion – Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que nós já estejamos dentro de uma nova era glacial. Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem. Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando para um resfriamento. Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para chegar à temperatura mínima. E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade.

PS:

A ‘Fonte’ original, “Isto é ‘independente’ ” no melhor estilo Orwelliano retirou  do ‘ar’ o link com o artigo na noite de 02/12/2009 (última vez que acessamos o link original), atualmente só é possível acessar a página através do ‘cache do google’: (link) , “um instantâneo da página com a aparência que ela tinha em 28 nov. 2009 04:09:55 GMT de onde fizemos um ‘print’ que segue, da primeira página da entrevista.


A pergunta é, porque ??? Qual o interesse em ocultar bombástica, profética e reveladora entrevista concedida em 2007?

Salve São George Orwel!!!


Em outra palestra proferida na UFSC em 2007 o Professor Molion também debatia contra a maré do alarmismo do aquecimento antropogênico:

“Mudanças Cíclicas

Contrariando as previsões anteriores, o professor Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), mostrou vários gráficos defendendo mudanças cíclicas no clima global, com períodos quentes e frios alternando desde a década de 1920.

Confrontando os dados apresentados anteriormente e de outras instituições de pesquisa, Molion questiona: “Se nos últimos 500 anos a temperatura se manteve baixa, por que agora o aquecimento deve ser atribuído à atividade humana? Demonstrou que a partir de 1946 tivemos um acentuado aquecimento no planeta maior que temos hoje, período em que a emissão de gases era inexpressiva comparada à atual.

Além das pesquisas climáticas, o professor mostrou à platéia três capas da revista Times, com a publicação norte-americana alertando sobre o tempo: “Em 1945 estávamos derretendo, em 1977 congelando e em 2006 novamente morrendo de calor”.

O pesquisador ainda deteve-se a apresentar várias falhas nos modelos de previsão meteorológica, criticando a mídia pelo fato de seguir as mesmas tendências. Projetou que até 2020 o sol produzirá menos energia. Portanto, sustentou que o clima deve esfriar nos próximos anos. Para ele estamos vivendo um período de resfriamento desde 1998.

O professor alagoano criticou o discurso do aquecimento global antropogênico: “Quem tem interesse nisso? Provavelmente o americano Al Gore que recebeu 200 mil dólares do Banco Itaú para fazer suas palestras no Brasil”, criticou.

Molion acha temeroso dizer que o homem é responsável pelo aquecimento do clima, defendendo como um fenômeno normal o aquecimento que ocorreu na última década.

A fonte e a íntegra das palestras está no Jornal da Ciência onde pode ser lida as informações já conhecidas proferidas por outros palestrantes da linha alarmista.

A terceira e última reportagem que postaremos com o doutor em metereologia está neste link , para evitar possíveis ‘sumiços orwellianos’ reproduziremos na íntegra.

Cientista diz que aquecimento é farsa para eleger Al Gore

Estudioso afirma que próximos 20 anos serão de resfriamento do planeta.

05/11/2007 16h34min

O aquecimento global não passa de uma farsa montada por grandes grupos financeiros que dominam a economia mundial. E mais: não há indícios científicos que comprovem essa teoria. Ao invés de aquecimento, o planeta começou a entrar numa fase de resfriamento, que deve durar 20 anos. Essas polêmicas idéias são defendidas pelo doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA), o brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion, representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial.

Molion não teme represálias por defender uma idéia que garante ser produto de profundos estudos e afirma que os alarmistas de plantão montaram uma fraude científica cujo objetivo principal seria eleger o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para a presidência dos Estados Unidos. Gore ganhou no mês passado o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o aquecimento global.

Para o brasileiro, o aquecimento global acabou em 1998. O termômetro da temperatura global é o oceano Pacífico, que ocupa 35% da superfície terrestre. Ele passa 30 anos aquecendo suas águas e outros 30, resfriando. De 1977 a 1998, o oceano esteve mais quente. Esse período coincide com o aumento da temperatura média do planeta. Mas, desde 1999, o Pacífico dá sinais de que está esfriando. Como o sol também vai produzir menos energia, a conclusão de Molin é uma só:

– Nos próximos 20 anos acontecerá o período de resfriamento da Terra.

A prova de que esse resfriamento já está chegando, conforme o pesquisador, foi que no sul do Brasil e da América do Sul, o inverno foi extremamente rigoroso entre os meses de julho e agosto passado.

Em relação ao consumo de petróleo e à queima de combustíveis fósseis no ar, o Brasil é o 16º colocado, porque grande parte do nosso consumo de energia sai de hidrelétricas. Mas, se o país adicionar a isso a queima de florestas saltamos para o quarto lugar. Entretanto, segundo Molin, mesmo com a destruição de 20 mil quilômetros quadrados por ano de florestas na Amazônia, cerca de dois milhões de hectares, ainda assim a região lança na atmosfera 300 milhões de toneladas de gás carbônico, e não 600 milhões como afirmam entidades internacionais.

Estou comparando o que homem lança na atmosfera com os ciclos da natureza. Se eu pegar os oceanos, os pólos e mais a vegetação do planeta, isto soma um total de 200 bilhões de toneladas de carbono por ano que saem desses reservatórios naturais. O homem coloca no ar seis bilhões de toneladas. Seriam 3% da contribuição humana nisso que muitos cientistas chamam de aquecimento global avalia.

Aos interessados de plantão, outro link com artigos de Molion:

http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/2298-cientista-diz-que-aquecimento-farsa

Nos Blogs parceiros a pesquisa também foi aprofundada: (click nos títulos)

Do blog Evoluíndo Sempre apresentamos o link sobre a:

Tese do Resfriamento Global na Band

Pela primeira vez, uma rede de televisão brasileira apresenta de maneira séria e sem rodeios, a visão de um cético do aquecimento global antropogênico. Não é pouca coisa. Será o começo de uma mudança na postura da grande mídia? Assista e comprove.
Fonte:
http://videos.band.com.br/s_10_jornalismo.htm

Do blog A tribuna:
Bomba!!! Documentos da ONU mostram planos para usar cientistas…

Do site Prison Planet.com com tradução do blog Revelatti:

Créditos de: A Nova Ordem Mundial

Pra finalizar o extenso post de hoje, dois vídeos que estão no blog Revelatti:

Vídeo: Al Gore sendo confrontado em Chicago por fraude da mudança climática

O aquecimento global derreteu

Aguardem, que estamos traduzindo um artigo que em breve publicaremos junto a outras atualizações sobre mais este grande golpe contra a humanidade.

Já publicamos no Arauto:

  • HOAX – Aquecimento global!
  • ‘CRASH’ CLIMÁTICO – E AGORA?
  • Aquecimento ou Resfriamento Global ?
  • Escurecimento Global
  • A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL
  • Ciclo Solar e Chuvas Tropicais
  • Anúncios

    ~ por arauto do futuro em dezembro 3, 2009 quinta-feira.

    8 Respostas to “‘Aquecimento Global é terrorismo climático””

    1. […] ‘Aquecimento Global é terrorismo climático” […]

    2. […] ‘Aquecimento Global é terrorismo climático” […]

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    5. […] ‘Aquecimento Global é terrorismo climático” […]

    6. […] ‘Aquecimento Global é terrorismo climático” […]

    7. Dever-se-ia recomendar um texto de opinião oposta, para que o leitor possa se aprofundar mais no tema, cf.: http://www.ecoeacao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2827&Itemid=45

    8. […] ‘Aquecimento Global é terrorismo climático” […]

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