O DENOMINADOR COMUM.

O DENOMINADOR COMUM.

Enquanto isso, aqui na Terra

os mecanismos de busca da Internet ressuscitaram

o movimento enciclopedista do século XVIII,

cujo motivo principal sempre foi e será o agrupamento

dos diversos domínios do saber, sujeitando tudo à análise.

Este é um motivo interessante, mas profano, porque a ordem

do saber só se pode descobrir encontrando a concatenação,

a chave do organismo que sintetiza em si

tudo que se soube, se sabe e se pode ainda saber.

A ordem cósmica de todo saber

se encontra no denominador comum,

a síntese

geralmente desprezada pelo processo de análise

do conhecimento, cujo motivo principal é dividir o grande

corpo cósmico em suas partes integrantes.

Enquanto isso,

o motivo espiritual é ressaltar o denominador comum.

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Certamente, sempre haverá alguém disposto a criticar o impulso criativo que conduz à experiência. Porém, essa alma que critica será também a que ficará para trás, porque a experiência é fundamental.

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Agora não seria propício contar com a ajuda de ninguém. Pelo contrário, você deveria dispor-se a fazer tudo com seus próprios recursos, porque essa seria a única garantia de tudo acontecer de acordo com os planos.

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A decepção será preferível à sustentação de uma ilusão crônica. Nada de bom poderá nunca ser feito com a alma mergulhada na ilusão, pois assim ela se torna incapaz de saber quais são os relacionamentos qualificados.

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A vida está dando todas as pistas necessárias para sua alma perceber a necessidade de reinventar os planos. Porém, ela não pode tomar essa decisão por você, a vida apenas sugere e você precisa decidir o que fazer.

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O momento é estranho, mas intenso o suficiente para não permitir que você se acomode na normalidade, mesmo porque esta não existe mais. O momento é estranho e, por isso, requer atitudes estranhas de sua parte também.

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Com os nervos à flor da pele, parece simples tomar atitudes radicais, pois elas acenam com alívio. Porém, na prática o alívio não aconteceria e você se veria às voltas com os problemas causados pelo próprio radicalismo.

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Quem muito quer precisa esforçar-se, porque se achar que a sorte sorriria e faria tudo por si só acabaria se deparando com uma decepção à altura das expectativas. Querer muito não é pecado, o erro é fazer pouco.

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Se a vida fosse feita de facilidades, nossa humanidade seria mole e indolente. Porém, as coisas não são assim, tudo é bastante difícil e as adversidades estimulam a necessária ousadia para realizar o que se tem em mente.

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Tomar o dito pelo feito é o grande erro de nossa humanidade, porque circula o convencimento de que os problemas concretos poderiam solucionar-se através de conversações. Só a prática os solucionaria.

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Nesta civilização em decadência, a ambição ditou as regras do jogo, mediante o qual os bons relacionamentos foram sacrificados em nome de objetivos de duvidosa reputação. A partir de agora, isso não será mais possível.

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Mudar de planos tornou-se essencial, porque preservá-los seria uma tolice. Afinal, todas as circunstâncias ficam apontando essa perspectiva e sugerindo você a mudar os planos. Contra elas está a teimosia.

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É realmente enfadonho ver os planos irem por água abaixo, mas por outro lado, essa é também uma ótima oportunidade para tratar tudo com criatividade, reinventando esses planos e transformando-os em outros diferentes.

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Fonte: Quiroga

~ por arauto do futuro em dezembro 6, 2009 domingo.

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