É ÁRDUO, MAS PRATICÁVEL.

É ÁRDUO, MAS PRATICÁVEL.

A briga dos que ainda resistirem a aceitar

a aproximação do espírito e, por isso,

insistirem na separatividade,

terá de ser reduzida a níveis que não coloquem em risco

o bem-estar do planeta e de outros povos.

Isto não é um pedido,

mas uma ordem que terá de ser cumprida à risca.

Não haverá ameaças ante o descumprimento,

apenas o avanço firme e positivo

do que vem em nome do Altíssimo a nos libertar da ignorância

e nos conduzir à sabedoria.

O caminho é árduo,

mas do outro lado acenam os seres superiores

que já trilharam este mesmo caminho

e que com seu exemplo nos demonstram que é praticável.

É árduo, mas praticável.

O sacrifício do que até aqui nos pareceu valioso é árduo,

mas perceber o verdadeiro valor faz tudo valer a pena.

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A Internet tem dado uma idéia enganosa a respeito do conhecimento, as pessoas parecem sabê-lo tudo só por ter contato com uma e outra informação. Ainda chegarão idéias verdadeiramente revolucionárias.

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Se todas as pessoas fossem destinadas a reproduzir o que aprenderam, nossa civilização estagnaria e a evolução se transformaria em decadência. É necessário atrever-se a ir além dos dogmas e preconceitos.

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A realização é inexorável e, em seu caso, iminente. O longo período de semeadura terminou e muitas das atitudes que você tomou no passado começarão, a partir de agora, a germinar, desenvolver-se e frutificar.

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O ciclo de renovação começou e não é imposto pelo céu, sua alma o desejou. Chegou a hora de começar a aprofundar todas as rupturas que tenham por objetivo separar você das condições limitantes e constrangedoras.

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Este será o tempo em que vários assuntos atingirão a conclusão e ao mesmo tempo outros diferentes serão iniciados. Este tempo não é curto, é um processo que provavelmente levará 3 anos, mais ou menos.

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Mire a estrela mais elevada de suas ambições e consagre todo o tempo dos próximos 3 anos a realizá-la. A vida valerá a pena na mesma medida desse sacrifício. Pouco descanso, muito trabalho, essa será a satisfação.

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A partir de agora será mais fácil você empreender os projetos ousados e loucos, aqueles pelos quais as pessoas não deram a mínima. Não será necessário acelerar, mas aproveitar com calma as circunstância.

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Encontre logo sua turma! Considere que nada grandioso será realizado contando apenas com seus recursos, você precisará de gente que se sintonize com seus ideais e que colabore entre si para garantir essa grandeza.

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Ainda há alguns talentos e potencialidades que precisam ser explorados e manifestos da melhor forma possível. Por isso, não pretenda investir-se do personagem que é eminência em qualquer assunto que o valha.

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O que tiver de ser, será. A obviedade desta afirmação não diminui o valor do enunciado. Sua alma precisa reconhecer com clareza tudo que sabe ser inevitável e preparar-se para administrar essa parte do destino.

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A justiça será feita, mas sem severidade, apenas seguindo o constante fluxo da vida, que renova tudo constantemente. Justiça será feita e você encontrará a turma adequada para realizar seus mais elevados sonhos.

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Fonte: Quiroga

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~ por arauto do futuro em maio 9, 2010 domingo.

Uma resposta to “É ÁRDUO, MAS PRATICÁVEL.”

  1. Existem métodos ou posturas, com certeza, para criar condições de se receber o Eu Divino. Conscientizar-se, estando cercado por ilusões, é muito difícil, mesmo para os que se julgam um pouco mais acordados. A consciência precisa de atos que a acompanhe, e atitudes conscientes neste mundo sempre tem seu preço. Mas estes atos são preferíveis ao ingresso grátis no ilusório, que nos afunda em estruturas de dependência e submissão às forças inferiores. O que vejo atualmente, e se trata do fim de um tempo, é que os atos conscientes e de motivação amorosa (compaixão, verdade e justiça) estão na verdade resguardando seus portadores das misérias atuais, e de forma exemplar. É a hora do ajuste, melhor conhecermos nossa real contingência, para poder ajustá-la ao tom do tempo que virá, pois já está se manifestando, não vê quem não quer.

    E muitas vezes, chega de fato a ser desesperador para quem busca a própria verdade, não se encontra um lugar no mundo e nos revestimos de medo e carências múltiplas. A gente fica como Arjuna, armado até os dentes com conhecimentos duramente apreendidos, mas sem vontade ou segurança para lutar, dado o envolvimento que ainda temos com nossas muletas velhas. Krisnha, no Bagavagita, esclarece à Arjuna que existem muitas chaves ou formas de adoração para chegar ou estar apto à receber a consciência divina. Em resumo, esclarece que o ponto de equilíbrio é o serviço consciente, mas desinteressado: o trabalhar pela criação sem o apego às obras, sem o objetivo de recompensas. Isso parece um nó górdio à primeira vista, difícil de ser desfeito, porque ninguém, absolutamente ninguém se move sem um interesse. Mas quando percebemos que nossas conquistas são móveis e perecíveis, começamos a transferir a importância de nossos atos e nossas perspectivas para as relações benfazejas e libertadoras que esses mesmos atos na matéria possam desencadear.

    Passamos a trabalhar na objetividade material, visando os frutos da subjetividade, visando a promoção de uma consciência libertadora, mais justa, verdadeiramente amorosa e mais apta à receber as emanações e diretrizes divinas. Com apego às obras, isto se torna impossível. Mas se as obras são apenas um suporte para que as relações espirituais verdadeiras ocorram, está tudo bem, os conteúdos verdadeiros por si mesmos aglutinarão novas formas mais eficazes de manifestação, e a transitoriedade passa a ser um bem, não um mal.

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