APESAR DE TUDO, O BEM É INVENCÍVEL.

APESAR DE TUDO,

O BEM É INVENCÍVEL.

O bem é invencível,

mas paradoxalmente não opera através da imposição,

sua graça só pode ser evocada através do livre arbítrio.

Na margem contrária,

o mal impõe e opera através do medo, da cobiça, da ira

e da tentativa de colocar os humanos uns contra os outros.

Isso não é nada difícil,

porque com os humanos partindo do princípio

que eles e elas são o fundamento de suas próprias vidas

acabam atribuindo a si o que não procede de suas essências

são apenas estações repetidoras e multiplicadoras

da graça divina.

Com cada humano se achando o centro crítico do Universo,

o mal não tem dificuldade alguma de impor, separar,

infundir medo e cobiça,

já que as pessoas olham às outras com desconfiança

em vez de amor.

Apesar de tudo, o bem é invencível.

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O espírito de aventura já rendeu a você conquistas e prazeres, mas também problemas cabeludos, ou não? Ou seja, não é garantido que embrenhar-se em aventuras resultará sempre em conquistas interessantes.

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Contenha tudo que conter seu progresso, limite tudo que limitar você, contrarie as contrariedades. Tudo isso se faz através de disciplina cotidiana, impondo ritmo onde antes havia apenas circunstâncias aleatórias.

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Cada passo dado agora trará frutos muito maiores do que os imaginados, seus desdobramentos tendem a adotar uma magnitude fora do comum. Por isso mesmo, aumente o tempo usado para a reflexão antes de dar qualquer passo.

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Distanciar-se de bons relacionamentos não é algo que pareça razoável, não é mesmo? Porém, quando as atitudes egoístas se tornam constantes, o primeiro sinal disso é esse distanciamento dos bons relacionamentos.

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Ainda que pareça impossível chegar a um acordo, persista nesse caminho. Tudo pode ser contrário, as adversidades chegam a parecer insuperáveis, mas a persistência demonstrará o poder da boa vontade

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A vontade de maior esclarecimento, paradoxalmente, produz confusões enormes. É que você não tinha levado em conta que o mundo não tem tanta vontade de esclarecer-se, está acomodado nas trevas da ignorância.

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Quando as rupturas se tornarem inevitáveis, terá chegado a hora de libertar-se de tudo, inclusive das próprias rupturas. Você quer ser verdadeiramente independente? Faça tudo que for necessário a cada momento.

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Uma vida dedicada à satisfação dos desejos não é nada parecido com uma vida livre. Só uma vida que conquistou o domínio da arte de desejar pode considerar-se livre, porque só satisfará os desejos se assim o desejar.

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Sacrifique sua raiva, substituindo-a por uma administração mais eficiente da realidade. Se as coisas se descontrolaram, em vez de usar isso como alimento da raiva, procure aprimorar-se. Afinal, só isso é necessário.

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A tensão e o perigo não são provocados pelas circunstâncias apenas, nem pelo que outras pessoas fazem. Sua própria personalidade é ativa na produção de tensões e perigos para si mesma. O tempo atual merece toda sua atenção.

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Uma vez que você tenha chegado lá, por merecimento e com a ajuda das circunstâncias, procure exercitar o melhor desempenho possível. Chegar lá é a parte fácil da história, manter-se lá é a dificuldade.

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O entusiasmo é sagrado, você sabe disso, mas no momento atual há de combiná-lo com uma dose extra de discrição, para não atrair atenções indesejáveis. Mais do que celebrar é necessário avançar e fazê-lo em silêncio.

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Fonte: Quiroga

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~ por arauto do futuro em junho 24, 2010 quinta-feira.

2 Respostas to “APESAR DE TUDO, O BEM É INVENCÍVEL.”

  1. Temos livre-arbítrio para acolher energias diversas e expandí-las no mundo da matéria. Mas o que seria um livre-arbítrio inconsciente, que não sabe qual energia incorpora e expande, por desconhecer o que se movimenta por dentro de si mesmo? O que incorporamos e expandimos diariamente é o verdadeiro “pão de cada dia”. A gente se alimenta sem muita consciência do panetone que o diabo amassou no natal, expandimos resultantes duvidosas à nós mesmos e ainda achamos que a culpa é dos outros.

  2. Mas se não me considero o centro das situações, mas um participante de infinitas variáveis das quais percebo ínfima parte, sabendo ainda que minha ação afeta a criação e se reflete sobre eu mesmo, fica mais difícil culpar ao semelhante ou ao destino cruel.
    Essa consciência de ser parte de um todo, mas não o centro do universo, a percepção de ser pequeno e não grande, ao contrário do que parece, aumenta nossa responsabilidade e percepção da realidade. Em resumo, tornamo-nos abertos e perceptivos, agregamos consciência ao ser que somos,e crescemos ao invés de diminuirmos em essência. Por isso talvez digam que os últimos serão os primeiros.

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