O HUMANO INTERIOR.

O HUMANO INTERIOR.

Só o conhecimento do humano luminoso

e conectado com o infinito cosmo

pode dar a guinada real da civilização.

Esse humano é subjetivo,

interiorizado e oculto por trás dos compromissos

que a personalidade inventa para si.

Muito esforço se fez ao longo dos milênios

para que essa dimensão continuasse oculta,

mas algo aconteceu nos últimos 150 anos que permitiu

um avanço considerável dessa consciência.

Durante milênios andamos a pé

e nos comunicamos com grande dificuldade à distância.

Em 150 anos isso mudou vertiginosamente

e temos todos agora outra percepção da realidade

que era inimaginável até duas ou três gerações atrás.

A consciência do humano interior,

subjetivo e conectado com o infinito cosmo

se torna real

e junto com ela acontece o fim da civilização atual

e a emergência da nova.

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Afine seu discurso, pois, apesar de as palavras não serem fatos consumados, você precisa apresentar suas idéias da melhor forma possível, de modo que os primeiros passos concretos sejam dados no caminho da realização.

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Dessa vez, prefira a eficiência, porque aventuras continuarão sendo oportunas em outros momentos diferentes do atual. Por enquanto, será necessário que você organize suas idéias e aja com o maior método possível.

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Você dominará seu caminho enquanto conhecer bem o que faz, mas se você não souber nada, então tentará controlar seu caminho. Domínio é resultado de perícia enquanto o controle sempre será produto do medo e da ignorância.

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Reconsidere todos os passos que deu e as atitudes que tomou até agora, porque os ventos começaram a mudar e será propício fazer as devidas reconsiderações. Isso, é claro, se você quiser continuar fazendo parte de tudo.

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Tudo é muito complexo, você sabe. Por isso, não tente diminuir o impacto de quaisquer acontecimentos imaginando que será fácil dominá-los. Tudo se desdobra constantemente em outros assuntos. Continue aprendendo.

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Nada deve ser deixado ao acaso, porque este não existe, tudo faz parte de um plano maior, muito bem arquitetado. Você pode não conhecer este plano, mas isso não significa que não exista, apenas que você não o compreende.

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A sorte nada tem a ver com o caminho, essa palavra é uma tentativa de explicar o inexplicável, tal qual se usa a misteriosa palavra Karma para tentar entender o que pareceria fora da lógica. Despreze a sorte.

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Ainda você não conseguiu reunir as pessoas adequadas aos seus projetos. Tempo é essencial, mas não é o único ingrediente necessário, você terá de continuar se desdobrando em esforços e gentilezas para convencer certas pessoas.

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Observe com atenção seus hábitos e costumes porque é sobre esta base que se constrói o mistério que chamamos destino. A seguir, faça as necessárias modificações cotidianas para atingir o almejado objetivo maior.

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Provavelmente, não foi suficiente tudo que fez, ainda terá de se esforçar muito mais se quiser reunir todas as pessoas necessárias aos seus projetos. Considere que qualquer demora será benéfica ao longo do tempo.

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Há coisas que são inexplicáveis enquanto acontecem e que, sob o lendário medo do desconhecido, se tornam negativas. Porém, o tempo depois as mostra como a melhor coisa que poderia ter acontecido. Faça amizade com o tempo.

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Mudar de idéia é importante, inclusive porque o mundo anda completamente imprevisível e você não teria como se ancorar em determinados pontos de vista ao mesmo tempo de contemplar que tudo está mudando.

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Fonte: Quiroga

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~ por arauto do futuro em julho 6, 2010 terça-feira.

Uma resposta to “O HUMANO INTERIOR.”

  1. Me empenho na observação de mim mesmo e dos próprios pensamentos e motivações há coisa de um ano e meio. No início, era mesmo uma confusão irritante perceber a série de vozes que não dizem nada e são apenas reagentes. Depois, a confusão continua, mas você se identifica cada vez menos com ela, percebe que há um observador entre uma coisa e outra, e esse observador já é algo mais próximo do que seja um eu.
    Então você passa a perceber o que te move por detrás das motivações, e são coisas muitos simples à maior parte das vezes, nós é que tornamos tudo muito complexo para ocultar de nós mesmos as reais motivações, sempre atadas à algum medo ou certeza de insuficiência. O medo nos impede de sermos nós mesmos: um homem so torna-se violento porque, na verdade, tem medo de apanhar, outro torna-se fanático por sexo porque tem medo da solidão, outro teme a escassez e torna-se o rico explorador e pão duro, outro despreza os demais e se acha melhor como forma de se defender de seu próprio sentimento de inferioridade, e assim vai. Inventamos mil motivos subsequentes, mas entender a raiz das motivações ninguém quer, porque vai dar de cara com a criança barbada.
    Eu diria que auto-observar-se é mais possível do que parece e traz resultados um tanto rápidos, mas não imediatos. Basta antes de dormir, parar com tudo e observar o que se passa dentro da cachola, respirando muito calmamente, sem julgamentos.
    Certo dia, você está consagrando suas plantas de poder, meditando e orando (porque oração funciona, é verbo e pensamento alinhados pela vontade), e de reprente, teu eu verdadeiro aparece, toma conta da consiência, fala contigo e com quem está por perto, bota um monte de gente pra correr e você vê que, apesar de parecer outro, sem dúvida é você mesmo.
    Tem outra aparência, outra configuração, mas é você.

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