UMA QUESTÃO DE EQUILÍBRIO.

UMA QUESTÃO

DE EQUILÍBRIO.

Convencer-se de ser difícil contra-arrestar

a onda maligna que assola a civilização

é omitir-se de fazer sua parte.

Na prática, isso resulta em você permitir

que a onda maligna avance.

O pecado de omissão não é menor

do que o da comissão, pois, enquanto uma só pessoa

provoca o mal intencionalmente

inúmeras outras são coadjuvantes

e se omitem enquanto ocultamente nas suas

intimidades celebram por isso não acontecer a elas.

Assim como um dia, inevitável,

você experimentará a dor de testemunhar

a omissão de ajuda quando você a precisar,

e se lembrará de ter feito o mesmo no passado,

também verá a mão amorosa se estender

na sua direção se você plantar essa semente e,

em vez de omitir-se, fazer sua parte

em nome da evolução.

Uma questão de equilíbrio.

.

Fonte: Quiroga

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~ por arauto do futuro em setembro 12, 2010 domingo.

Uma resposta to “UMA QUESTÃO DE EQUILÍBRIO.”

  1. Dentro das chamadas operações mágicas, dentro da caballa e sua relação de forças do alto espiritual até o reino material, o que aciona as forças de realização é a vontade emotiva do operador (mago) em direção ao seu objetivo. Seu desejo, clarificado e intensificado, se une a energia dtransformadora através da própria imaginação,assim forças são evocadas e chamadas à manifestação.
    O que está sendo chamado pela mídia atualmente, influenciando os desejos e imaginação da maioria, é morte e estagnação, em doses cavalares.
    Mas essas coisas são inconsistentes, não constróem nada, porque então se mantém? Só porque são constantemente realimentadas. E por nós mesmos. Basta não ter atenção interna e externa.
    O que a gente poderia fazer é alimentar outro tipo de arranjo,identificar e se negar veementemente à aderir àquilo que já nasceu morto, por mais que grite e esperneie. Não dar crédito nem crença àquilo que não merece nem ser levado à sério, e fixarmos nossas consciências e atitudes naquilo que dá proveito, alegria, prazer e paz para todos, porque somos um conjunto.
    Os sufis dizem que o bom é estar no mundo sem ser dele.
    O mundo aqui, não é a criação, é o arranjo social tosco.
    Nunca me esqueço que um milhão de zeros vale menos que a unidade.

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