NEXUS – A ciência encontrou?

NEXUS

Essa agora, mais papo de ‘maluco’ ? Não, já citamos em vários artigos, a diferença é, ao que parece, que não apenas os ‘blogueiros amalucados‘ encontraram esse tal de NEXUS, mas a ciência boquiaberta está diante deste ‘fenômeno’ inexplicável.

Para começar algumas fontes que sugiremos a leitura:

Fontes:
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/11/telescopio-espacial-descobre-bolhas-no-centro-da-lactea.html

http://starviewer.wordpress.com/2010/11/10/fermi-descubre-dos-burbujas-supersimetricas-gigantes-de-rayos-x-y-rayos-gamma-procedentes-del-centro-de-la-galaxia/

Animação do encontro das bolhas feito pela Nasa, pode ser visto aqui.

O comentário da Ravena no blog Evoluíndo Sempre dá a pista:

É pessoal, parece que os cientistas finalmente encontraram a luz que nos referimos sempre, aquela luz que está vindo do Centro da Galáxia, lembra? Para quem precisa ainda de provas, essa é uma ótima!

Beijão
Ravena”

Mas por outro lado os comentários a este respeito não são nada acalantadores,   Doug Finkbeiner, astrofísico do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (Cambridge) que foi o primeiro a detectar o fenômeno e, literalmente, disse: 

“Nós não entendemos completamente a sua natureza ou origem”

Ainda, lá do blog da Ravena, segue mais informação, como sempre, faça uso do seu discernimento, PESQUISE e ESTUDE, para que não venham depois dizer que não houve informação!

A CIENCIA COMPROVANDO AS PROFECIAS MAIAS?

Os Maias acreditavam que existia um Sol no centro da Galáxia e o chamavam de Hunabku (Deus é Um), e que esse nucleo da galaxia (Hunabku) mandava informações à Terra, através do nosso sol, para equilibrar o sistema solar. Estaria a Ciencia atualmente comprovando a cosmologia Maia?
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Dr. Paul LaViollete é físico formado pela Universidade Johns Hopkins, e Ph.D pela Portland State University. Ele e’ atualmente presidente da “The Starburst Fundation”, instituicao de pesquisa interdisciplinar cientifica. Dr. Laviollete e’ autor de 3 livros: “Earth Under Fire” (Terra sob fogo), Beyond the Big Bang (Alem do Big Bang) e “Subquantum Kinetics”. Também tem vários trabalhos publicados nas áreas de física, astronomia, climatologia, teoria de sistemas, e psicologia.
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Em seu ultimo livro “Earth Under Fire” ele publicou os resultados de mais de 15 anos de pesquisas sobre a influência de raios cósmicos no sistema solar. Ele defende que altas descargas de raios cósmicos, originados de uma fonte muito distante da galáxia, tem atingido o sistema solar, e assim o planeta Terra. Um fenômeno que agora comeca a ser comprovado por dados científicos, atraves do descobrimento de altas concentracões de poeira cósmica (formadas basicamente por Iridio e cobre, muito presentes em cometas e meteoritos) nas camadas de gelo que estão nas regiões polares (Groelandia e Antártica).
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Usando uma técnica chamada “Neutron Ativation” na qual bombardeava as amostras de gelo, permitindo medir o nível de raios gamas contido. Baseado nesse trabalho ele previu a entrada de poeira intraestelar dentro do Sistema Solar, 10 anos antes de sua confirmacão em 1996, através de dados extraídos da sonda Ulysses. Explosões de raios cósmicos provindos do centro da galaxia sao os mais enérgicos fenômenos que vem ocorrendo no Universo através dos tempos. São emitidos por raios carregados de elétrons, acompanhados por radiacões eletromagnéticas, variando na forma de radio frequência e em caso mais violentos, em frequências de raios X e gamas.
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E esses raios atingem o sistema solar, especificamente a atmosfera de nosso planeta, causando grandes disturbios. Através da análise de dados astronômicos e geológicos, revelam que raios de elétrons e radições magnéticas vindos de uma “irrupcao” do centro da galáxia, atingiu o sistema solar no fim da última era do gelo (entre 12.000 a 15.000 anos atras). Esses raios cósmicos, atingiram diretamente nosso Sol, gerando violentas tempestades solares, afetando o clima da Terra, criando gigantes distúrbios no planeta, desencadeando a pior extinão em massa jamais vista no período Terciário.

Os efeitos do Sol no planeta foram causados pela massiva quantidade de poeira cósmica que entraram no sistema solar através da energia provinda do centro da galáxia. Observações astronômicas tem mostrado que atualmente o sistema solar esta emergido em densas nuvens de poeira cósmicas. Mas esse material tem se mantido estável devido a pressão externa dos ventos solares. Com a descargas desses raios cósmicos (galactic superwaves), eles alteraram os ventos solares, intensifcando sua força, aumentando de forma dramática as radiações solares sobre a Terra.

Detalhes desse cenário podem ser encontrados no livro do Dr. Laviollete “Earth Under Fire que foi base para sua tese para o Ph.D. Dr. Laviollete sugere que essa poeira cósmica causou um enorme aumento das atividades Solares, causando o aquecimento da atmosfera terrestre e o câmbio dos polos magnéticos causando a extincao de 90% das espécies no planeta.
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Esses raios cosmicos, provindo do centro da galaxia (galactic superwaves) e’ um fenômeno recentemente descoberto. Foi nos anos 80 que os astronomos descobriram que a enorme fonte de energia, que se situa no centro da galáxia, periodicamente torna-se ativa. (a descoberta das bolhas não foi recente) Durante esse periodo ativo, o centro da galáxia libera toda essa energia, em uma intensidade igual a explosão de mais de 100 mil supernovas juntas. Em algumas galáxias essas explosões tem sido observadas e algumas dessas explosões chegaram ao equivalente a explosão de bilhoes de supernovas juntas, ou seja, estamos falando de uma intensidade inimaginável.
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Recentemente astronômos acreditavam que essas explosões de energia, nao eram frequentes, podendo ocorrer em intervalos de 10 a 100 milhões de anos. Eles também acreditavam que o campo magnetico localizado no nucleo da Galaxia, bloqueariam parte dessa energia liberada, fazendo com que chegassem a Terra lentamente e sem perigo.
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Entretanto Dr. Laviollete em 1983 apresentou para a comunidade cientifica fortes evidencias: – As explosões originadas do centro da galáxia, ocorrem num intervalo entre 13 mil e 26 mil anos. – Os raios cósmicos (galactic superwaves) derivados da explosão do núcleo, não sofrem qualquer interferência ou barreiras, atingindo o sistema solar com força total, a quase a velocidade da luz.
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Essas descobertas geraram preocupação sobre os efeitos que a explosão do núcleo da galáxia poderia causar, liberando quantidades gigantescas desses raios cósmicos e atingindo nosso planeta sem aviso algum.

Dados obtidos através de amostras de gelo dos árticos, revelam a ocorrência desse fenomeno entre 10.000 e 15.000 anos atrás. Parte das pesquisas do Dr. Paul Laviollete, se direcionaram na investigações de textos deixados pelas antigas civilizações, como as civilizações mesoamericanas, egípcias e outras ao redor do mundo. E é inacreditável como textos antigos comprovam, validam ainda mais os achados cientificos.

Ele afirma que através da cosmologia Maia e Egípcia que sinais foram deixados para adverter sobre um específico evento cósmico. E que as Constelações do Zodíaco foi um instrumento deixado por uma antiga civilização, com o intuito de indicar nos céus, o núcleo da Galáxia, através da constelação de sagitário. Se tal evento, ocorrese nos dias de hoje poderáamos ver seus sinais.
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Dr. Laviollete diz que o centro da galáxia se tornaria luminoso, talvez mais luminoso do que a estrela mais brilhante nos céus, como o planeta Vênus. Teria um brilho azulado com formato de um olho. Curiosamente, nas profecias dos Índios americanos Hopi, consta que a proxima destruição do mundo será comandado por “Saquasohuh”, o Espírito da estrela azul.
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Dr. Laviolette declara:
“Hoje, amanhã, ano que vem, nosso planeta pode ser mais uma vez atingido por essa massiva quantidade de energia (galactic superwave) vinda do centro da galáxia. Esses raios virão encobertos e escondido de nós, não saberemos até que nos atinja. Na verdade vivemos na beira de um “Vulcão Galáctico”. Nao sabemos quando, a magnitude, severidade ou quais os impactos em nosso ambiente na próxima explosão. Nos não estamos preparados para lidar com esse tipo de evento, muito menos evitá-lo.

Dr. Paul Laviolette

E nós? O que achamos disso?

De nada adianta se esconder em bunkers ou similares, nenhuma preparação que esteja fora de manter uma atitude e frequência amorosa poderá ser a solução,  o medo não vai ajudar em nada.

Há bastante tempo viemos trazendo nos artigos que divulgamos e publicamos uma informação clara e simples: Frequência. Em qual você está? Olhando o que vai findar ou de braços abertos ao que vai iniciar?

Aceite e receba com amor

ou

rejeite com o medo.


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~ por arauto do futuro em novembro 11, 2010 quinta-feira.

2 Respostas to “NEXUS – A ciência encontrou?”

  1. Muito interessante este post.

    Parabéns

  2. thanks 😉

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