2012 – TEMPO DE MUDANÇA!

2012 – TEMPO DE MUDANÇA!

“2012: Tempo de Mudança” projeta uma alternativa radical

à visão apocalíptica e fatalista que vivemos no momento.

Dirigido por João Amorim ( Nomeado ao Emmy em 2009 por Chicago10), o filme segue o jornalista Daniel Pinchbeck, autor do best-seller 2012: The Return of Quetzalcoatl, em busca de um novo paradigma, que integra a sabedoria arcaica de culturas tribais com o método científico.

Como agentes conscientes da evolução,

podemos redesenhar a sociedade pós-industrial

em princípios ecológicos

para fazer um mundo que funciona

para todos.

Ao invés de devastação e barbaridade,

“2012” projeta o nascimento

de uma cultura de regenerativa no planeta

aonde a colaboração substituirá a concorrência,

onde a exploração da psique e do espírito torna-se a nova bossa,

substituindo o materialismo estéril

que vem dominando e destruindo nosso planeta.

Com Sting, Gilberto Gil, David Lynch, Ellen Page, André Sores, Lucy Legan, Paul Stamets, Ricahrd Register, Penny Livingston. Buckminster Fuller, Dennis Mckenna, Terence McKenna , John Todd entre outros,

www.2012tempodemudanca.com.br

Gostou? quer assistir na íntegra?

Veja como e onde está sendo exibido :

2012nocinema.wordpress.com

Comentário de permateresina.blogspot.com:

 Excelente documentário! Não se assuste com o título, não é mais um filme sobre profecias, catástrofes naturais e fim do mundo. Muito ao contrário! Trata-se de um filme bastante otimista sobre as crises que a humanidade vem passando e soluções que já existem para elas, que se iniciam dentro da mente/espírito/cosnciência de cada indivíduo que forma a coletividade.

São abordados temas como permaculturasustentabilidadedesign inteligentesubstânciaspsicoativasespiritualidadeyogameditação e, inclusive, profecias sobre os tempos atuais.

O título do filme, que pode soar apelativo ou aterrorizante, na minha opinião tem dois objetivos:

1) atrair os apocalípticos de plantão para uma abordagem diferente sobre o tema; e

2) desmistificar as profecias e toda essa história de 2012 informando o grande público sobre o processo de desenvolvimento da consciência.

E isso o jornalista Daniel Pinchbeck, autor de dois livros sobre consciência e apresentador do documentário, faz com sucesso. Dá uma sacada no trailer e baixa logo!

Detalhe: o diretor João Amorim é brasileiro e a produtora Curious Pictures é de brasileiros, bem como boa parte da trilha sonora..

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~ por arauto do futuro em setembro 8, 2011 quinta-feira.

10 Respostas to “2012 – TEMPO DE MUDANÇA!”

  1. […] 2012 – TEMPO DE MUDANÇA! […]

  2. Para mim mais um grande falácia, já que crer no planeta administrado por seres humanos “perfeitos” e em equilíbrio, individualmente, coletivamente e com a natureza, é uma utopia inatingível.

    Mas creio que a evolução virá, é inevitável, e um dia andaremos no ar assim como andamos em terra, assim como também um dia andamos no mar.

    Mas é claro, atitudes como estas servem para equilibrar os binários que regem a realidade manifestada nesta dimensão, e devem sim, serem apoiadas por todos, mas com consciência de que é uma fase intermediária.

    • Sua opinião é sobre o filme ou sobre a sinopse? Perguntando de maneira diferente, você assistiu Marco?

      • Não é uma questão de análise disto ou daquilo Arauto, somente
        não creio em soluções polares, lado A vs lado B.

        ” hei pessoal, precisamos escolher, todos quietos na assembléia, temos que definir: lado A ou lado B,
        queremos deixar claro; lado A representa o bem e lado B representa o mal e acontinuidade deste sistema de coisas! ”

        Não creio que este movimento solucione a epopéia histórica da humanidade, até porque, a consituição da humanidade organizada
        da forma em que está, é o resultado de algumas dezenas de milhares de anos.

        É preciso lembrar que quem vem aqui, vem em busca da verdade, de preencher o vazio, e não acho que seja justo, induzir o pensamento de alguém com idéias prontas e complexas, que excitem a curiosidade e imaginação, e lhes de material suficiente para que estejam envolvidas ao ponto de não encontrarem a saída ou o caminho de volta.

        Veja o caso do Sting, eu quado jovem cheguei a quase ser fã dele, mas minha resistencia e imunidade natual a influencias, me mantiveram isolado do excesso que vem acompanhando as imagens. No caso dele, veja onde ele mora? que exemplo ele tem a dar de igualdade e de mudança ou criação de paradigamas?

        Não pode-se imaginar que resolveremos o problema mudando de lideranças, pois o homem precisa se tornar completo e auto-suficiente, e quando isso ocorre, a presença ou necessidade de ser liderado desaparece e se torna desnecessária.

        Sentimos sim, os sinais das mudanças, e algumas são inevitáveis e pouco importa o nosso posicionamento para as mudanças planetárias.

        A simbologia oculta nesta idéia apresentada é visível, pena que nem todos percebam.

        Quanto ao filme, é um bom documentário, serve muito mais para fomentar a polarização, o que de certa forma é útil, resta saber o que fazer com o resultado.

        • Meu caro Marco,

          Agradeço sua opinião apesar de não refletir o conteúdo do documentário, que é bem mais amplo que a singela conceitualização da ‘polarização’ como você a compreendeu, mas cada um está no seu tempo, e quem sabe mais adiante se torne mais clara a mensagem e o quão profunda ela pode ser.

          A pretensa dualidade que estamos habituados fazem parte de apenas um lado da moeda, um verso do universo, o que pode ser o ‘outro lado’ não pertence a polarização.

          O link para assistir o documentário completo e legendado está no post, para aqueles que tiverem interesse em assistir .

  3. Quem tiver interesse em assistir este documentário pode encontrá-lo neste link:

    http://permateresina.blogspot.com/2011/05/2012-tempo-de-mudanca-legenda-em.html

  4. Arauto, o link que está no post não funciona, pelo menos na vez que tentei, aquele do blog permacultura está ok.

    concordo com você, é só a minha opinião, assim como a do filme reflete apenas a das pessoas envolvidas em problemas e em um sistema do qual não faço parte, e que realmente está muito mal encaminhado.

    Somente quis dizer que a esta altura é tarde para os verdadeiros causadores dos grandes problemas da humanidade quererem “dividir” a conta quando eles não quiseram dividir os lucros.

    Lamento, mas já virei as costas ao norte do planeta a muito tempo, e o que vem de lá realmente não me interessa nem influencia minha vida, nem a minha maneira de pensar.

    Ainda bem que nós, no nosso país estamos apenas na metade do caminho que eles já percorreram, resta-nos voltar só a metade, eles tem a volta toda.

    De resto, como já te disse, pode ajudar quem tem problemas e não sabe onde encontrar apoio, e remete suas expectativas a estas soluções.

    Eu, vivo numa parte do planeta onde os recursos naturais estão ainda em abundância e devidamente respeitados, pelo menos por nós, os naturais daqui.

    Não precisamos de “ajuda externa” para nos ensinar a fazer coisas que temos muito mais a ensinar do que a aprender.

    Lamentavelmente, creio que não possamos ajuda-los. Quanto as possíveis mudanças que 2012 pode nos trazer, o melhor é sentar e assistir, já que somos meros expectadores.

    Agora, eles, os americanos, europeus do dito 1º mundo, bem, pra eles, realmente 2012 promete….

    Espero que possamos, volta aqui neste mesmo fórum em uma data qualquer de 2013 revermos as hipóteses deles.

    • É de lamentar se não tenhas assistido e tomado apenas como idéias de ‘europeus do 1° mundo’ … pois seu comentário não tem ligação com o tema do filme, isso é triste pois descarta (e leva outros a também ignorarem o documentário) sem ao menos conhecer as inúmeras propostas indicadas no filme que tem origem em muitos lugares do mundo e podem ser muito bem aproveitadas em cada lugar onde estivermos. O filme é um documentário realizado em vários lugares do mundo. O que por si já invalida seu comentário.

      Outra coisa é o preconceituoso “ajuda externa’. A ajuda oferecida não é ‘externa’ mas interna … não é local, mas global. Mas, cada um no seu tempo e entendimento, talvez chegue o momento em que seja sua vez de assistir e daí entender ao que o documentário realmente trata, pois vai em muito de encontro com seus comentários, mas para isso é necessário superar o preconceito e as limitações de julgar pela capa.

      O banco de apoio por exemplo é uma destas maravilhosas idéias que podem ser aplicadas localmente…
      Infelizmente o link direto do youtube foi deletado.

      Aliás, julgar por aparência é algo que tem sido muito comum por aqui, raríssimos são os que se aprofundam realmente nos assuntos trazidos a tona, raríssimos os que os que conseguem superar seu pré-conceito e o ego que diz ‘saber tudo’ e assim faz a única coisa que sabe, reagir sem saber exatamente do que se trata o assunto…

      Isso as vezes me faz ponderar se é realmente válido continuar com um espaço destes.
      Raras aves estão dispostas a abrir suas asas e superar as limitações na qual foram treinadas a vida inteira. Raras, talvez por isso…

  5. Aliás a trilha sonora é lindíssima! e Brasileiríssima 😉

    “Detalhe: o diretor João Amorim é brasileiro e a produtora Curious Pictures é de brasileiros, bem como boa parte da trilha sonora..”

  6. Não, não é isso Arauto.

    Veja bem, por exemplo, as vezes esquecemos da nossa própria história.

    Eu mesmo fui discípulo do professor ambientalista, ecologista, divulgadores da teoria de Gaia, José Lutzemberger, que já na década de 70 brigava com as multinacionais dos herbicidas, como o ddt, também trabalhei com outro ecologista o médico dr. Acido Witteck.

    Então eu falo com um pouco de conhecimento de causa, apenas sintetizo demais meus comentários, pois tenho motivos.

    E assisti ao filme sim, não achei correto mostrar índios amazonenses tomando mineral, como que faz alusão a escassez de água, o que não é verdade, também não achei importante mostrar a inglesa que mora na chapada diamantina, eu acho, querendo fazer alusão a sua experiência como algo que possa ajudar bilhões de pessoas, é valida e importante sim, digna de elogios, só isso.

    O filme foi feito muito mais para ser mostrado lá fora do que aqui.

    Sinto por tudo ser como é, e sofro diariamente com o sofrimento do mundo, me entristeço com a fome das crianças, com a indiferença de todo aquele que tem poder.

    Lamento por eles, mas sinto que não possamos ajuda-los, mas não posso dividir a culpa, já eles, sofrem mais, pois seu sofrimento é consciente.

    A muito desisti de participar de “ilhotas” ecologicamente auto-sustentáveis, não acredito nesta idéia de lugares habitados só por pessoas cult´s, artistas, ricaços abastados, que agora dizem; o-oh, fujamos esta coisa irá explodir.

    Prefiro ficar aqui, e assistir o desenrolar da peça “in-loco” e ver os atores se revesando nos mesmos papéis.

    O que tiver que ser será.

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