A CATÁSTROFE.

A CATÁSTROFE.

O dinheiro como o conhecemos está com os dias contados,

e como nossa humanidade, sabendo disso,

não fez o necessário para criar uma transição harmoniosa

entre o antes e o depois,

a catástrofe está escrita com as mãos de ferro do destino,

é inexorável.

O invento dos Lídios é genial,

o dinheiro é o instrumento que melhor representa

o que nossa humanidade sabe fazer,

tirar as idéias do mundo subjetivo

e transformá-las em obras concretas.

Esse poder é de todos.

Por isso, o dinheiro não é do mal,

mas foi sequestrado pelo ambiente mais sórdido

de nossa humanidade, o

pecado de a parte pretender ser maior do que o Todo.

Assim, em vez de o dinheiro circular livremente

foi represado e acumulado indevidamente,

produzindo miséria em vez de riqueza.

Essa foi a verdadeira catástrofe, não o fim dela que se avizinha.

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Apesar dos dilemas você pode seguir em frente. É irrelevante que sua alma esteja completamente certa do caminho que trilha, o que importa, por enquanto, é seguir o invisível fio espiritual que orienta em silêncio.

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As coisas boas que acontecerem por aí devem ser celebradas como se fossem vitórias suas e desfrutadas com a mesma intensidade. Acontece que o mundo está em processo de tomada de consciência da unificação.

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A boa intenção não será suficiente, ela deverá ser acompanhada pela boa ação, feita intencionalmente, independente de as circunstâncias. Só assim as coisas boas que passam pela sua cabeça serão compartilhadas.

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Você verá que a oportunidade é irrecusável e que será possível transformar boas intenções em boas ações. Esse será um momento ideal, raro e de grande atrativo, pois assim você compartilhará o que até aqui só você sabia.

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Nada mais decepcionante do que perceber que se perdeu tempo precioso indo atrás de brilhos falsos. Porém, como saber disso antecipadamente? Só através do uso da faculdade discriminativa disponível na mente.

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Os sentimentos profundos e intensos devem ser manifestos com toda pompa, mas com o cuidado de fazê-lo de forma espontânea, porque de outro modo provocariam desconfiança e, assim, o bom momento se corromperia.

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Nada despreze ou desvalorize, algo intenso e de profundo valor se encontra oculto nas tarefas que de tão simples sua alma se veria tentada a rejeitar. Siga a orientação da necessidade, faça o que for necessário.

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Por um momento, prefira o silêncio. Depois de exercitar-se no silêncio comece a tentar transmitir a mensagem que os sentimentos provocaram, mas considere que nenhuma palavra nunca será suficiente para descrevê-los.

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Quando as boas atitudes tomadas em relação a alguém são espontâneas e naturais, certamente provocam harmonia e compreensão mutua. Porém, a falta de naturalidade e o excesso de interesse provocam desconfiança.

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Planejar e fazer contas será sempre muito bom, mas neste momento a oportunidade não brinda com essa margem de tempo que seria sensata. Você terá de escolher entre continuar calculando ou agir por impulso.

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Em algum outro momento você recobrará a boa postura, mas no momento pode relaxar um pouco e agir impensadamente. Pense que sua alma merece um pouco de descanso depois de suportar um ano estressante e intenso.

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No mundo materialista em que vivemos é muito difícil a mente se ver livre da contaminação de empreender ações com segundas intenções ou interesses. Dessa forma, a virtuosa generosidade acaba não sendo tão virtuosa assim.

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Fonte: Quiroga.

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~ por arauto do futuro em dezembro 21, 2011 quarta-feira.

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