IMAGINAÇÃO OU REALIDADE

IMAGINAÇÃO OU REALIDADE

 

Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Por que continuamos recriando os mesmos sofrimentos e dificuldades em nosso dia a dia?

Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, dentre elas, a felicidade, amores, saúde, sucessos, prosperidade e infinitas outras…, por que continuamos recriando as mesmas realidades?

Não é incrível existirem opções e potenciais que desconhecemos? É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criamos nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum?

“Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o mundo interno, este novo modelo de ciência é justamente o contrário. Ela diz que o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora”

Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de uma pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver que certas partes do cérebro sendo ativadas, se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos. Então os cientistas se perguntam:

Quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos?

O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? ou é o que vemos com os nossos olhos?

A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois as mesmas redes neurais são ativadas. Então devemos nos questionar, o que é realidade?

FÍSICA QUÂNTICA a física das possibilidades!

FONTE: FisioQuantum
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~ por arauto do futuro em janeiro 16, 2013 quarta-feira.

Uma resposta to “IMAGINAÇÃO OU REALIDADE”

  1. De fato, quando não somos capazes de compreender as contingências internas, trabalhar nas mesmas e modificá-las de acordo com o que é necessário e justo, não faz diferença alguma quais sejam nossas decisões e ações externas. Fragmentados estaremos, fragmentados continuaremos, até readequarmos o fluxo interno às necessidades reais, aquelas que algo que mereça ser chamado de vida realmente impõem.

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