A CATÁSTROFE.

•dezembro 21, 2011 quarta-feira • Deixe um comentário

A CATÁSTROFE.

O dinheiro como o conhecemos está com os dias contados,

e como nossa humanidade, sabendo disso,

não fez o necessário para criar uma transição harmoniosa

entre o antes e o depois,

a catástrofe está escrita com as mãos de ferro do destino,

é inexorável.

O invento dos Lídios é genial,

o dinheiro é o instrumento que melhor representa

o que nossa humanidade sabe fazer,

tirar as idéias do mundo subjetivo

e transformá-las em obras concretas.

Esse poder é de todos.

Por isso, o dinheiro não é do mal,

mas foi sequestrado pelo ambiente mais sórdido

de nossa humanidade, o

pecado de a parte pretender ser maior do que o Todo.

Assim, em vez de o dinheiro circular livremente

foi represado e acumulado indevidamente,

produzindo miséria em vez de riqueza.

Essa foi a verdadeira catástrofe, não o fim dela que se avizinha.

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Apesar dos dilemas você pode seguir em frente. É irrelevante que sua alma esteja completamente certa do caminho que trilha, o que importa, por enquanto, é seguir o invisível fio espiritual que orienta em silêncio.

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As coisas boas que acontecerem por aí devem ser celebradas como se fossem vitórias suas e desfrutadas com a mesma intensidade. Acontece que o mundo está em processo de tomada de consciência da unificação.

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A boa intenção não será suficiente, ela deverá ser acompanhada pela boa ação, feita intencionalmente, independente de as circunstâncias. Só assim as coisas boas que passam pela sua cabeça serão compartilhadas.

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Você verá que a oportunidade é irrecusável e que será possível transformar boas intenções em boas ações. Esse será um momento ideal, raro e de grande atrativo, pois assim você compartilhará o que até aqui só você sabia.

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Nada mais decepcionante do que perceber que se perdeu tempo precioso indo atrás de brilhos falsos. Porém, como saber disso antecipadamente? Só através do uso da faculdade discriminativa disponível na mente.

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Os sentimentos profundos e intensos devem ser manifestos com toda pompa, mas com o cuidado de fazê-lo de forma espontânea, porque de outro modo provocariam desconfiança e, assim, o bom momento se corromperia.

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Nada despreze ou desvalorize, algo intenso e de profundo valor se encontra oculto nas tarefas que de tão simples sua alma se veria tentada a rejeitar. Siga a orientação da necessidade, faça o que for necessário.

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Por um momento, prefira o silêncio. Depois de exercitar-se no silêncio comece a tentar transmitir a mensagem que os sentimentos provocaram, mas considere que nenhuma palavra nunca será suficiente para descrevê-los.

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Quando as boas atitudes tomadas em relação a alguém são espontâneas e naturais, certamente provocam harmonia e compreensão mutua. Porém, a falta de naturalidade e o excesso de interesse provocam desconfiança.

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Planejar e fazer contas será sempre muito bom, mas neste momento a oportunidade não brinda com essa margem de tempo que seria sensata. Você terá de escolher entre continuar calculando ou agir por impulso.

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Em algum outro momento você recobrará a boa postura, mas no momento pode relaxar um pouco e agir impensadamente. Pense que sua alma merece um pouco de descanso depois de suportar um ano estressante e intenso.

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No mundo materialista em que vivemos é muito difícil a mente se ver livre da contaminação de empreender ações com segundas intenções ou interesses. Dessa forma, a virtuosa generosidade acaba não sendo tão virtuosa assim.

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Fonte: Quiroga.

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O DEUS E DEUS.

•dezembro 20, 2011 terça-feira • Deixe um comentário

O DEUS E DEUS.

A fé,

tal qual o apreço por determinados gostos ou cores,

não se discute, pois não admite críticas, é o que é.

Sobre essa afirmação é compreensível que nossa humanidade,

essa mesma que se gaba de racional

e que por isso questiona tudo, inclusive Deus,

não aceite que se censure o ritual cotidiano

que o mundo desempenha em torno do dinheiro.

Nos tempos modernos que vivemos,

o único Deus inquestionável de nossa humanidade racional

é o dinheiro,

todos elevam suas orações cotidianas a ele

e cumprem seus rituais sem questionamento algum,

transitando por seus templos sagrados,

os bancos e bolsas de valores.

Logo mais se comemorará a data de nascimento

daquele que veio em nome do Altíssimo

e que o único momento em que se enfureceu

com nossa humanidade

foi quando expulsou os banqueiros do templo.

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Na dúvida, opte pela atitude mais generosa possível. Atuar como uma dádiva divina será sempre a melhor opção, independente das circunstâncias. A dádiva amorosa, a generosidade, essas atitudes sempre compensam.

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Compartilhe o bem-estar que as pessoas próximas desfrutem atualmente, faça que esse seja seu também. Na prática, não poderia ser diferente, o que acontece com os semelhantes acontece com você também. Tudo interligado.

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Coisas boas passam pela sua mente, mas talvez você se esqueça de que as pessoas não possuem o dom da telepatia e, por isso, essas coisas boas devem ser manifestas com clareza. Isso se você quiser compartilhá-las.

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Só quando os pensamentos bons se transformam em boas ações a alma pode celebrar devidamente. Nas outras situações o erro básico continuará sendo cometido, o de tomar as idéias por obras consumadas. Isso é errado.

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O provérbio é claro, nem tudo que brilha é valioso como ouro. Porém, a alma busca o brilho ainda que reconheça a ilusão. Neste momento será necessário usar a discriminação para não perder tempo com brilhos falsos.

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Você não precisa de palavras grandiloquentes nem atitudes retumbantes para expressar sua satisfação. Faça isso da forma mais discreta possível, reconheça que a intensidade exagerada provoca desconfiança nas pessoas.

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Dedique-se às necessárias tarefas com a maior boa vontade do universo, pois assim encontrará no meio delas algo mais interessante e brilhante. No meio das tarefas simples se encontra algo de grande valor.

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O excesso de palavras atrapalhará e acabará não manifestando o que você pretende comunicar. Sua alma é boa com as palavras, mas em se tratando de sentimentos, nenhuma dessas poderia nunca transmitir devidamente a mensagem.

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Tome boas atitudes, mas faça isso com a espontaneidade que só a falta de segundas intenções pode trazer. Se por acaso as boas atitudes forem calculadas para garantir resultados, melhor se abster delas, ou se frustrar.

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De tanto fazer cálculos talvez o tempo passe e você acabe não levando à prática o que deseja. Em algum momento a razão terá de dar passagem ao impulso e, de forma destemida, se lançar à prática para ver no que dará.

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Depois de meses intensos que geraram muito estresse não seria admirável que você produzisse algumas situações impulsivas, só para relaxar um pouco. Dessa vez, ao invés de cobrar de si boa postura, relaxe um pouco.

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A generosidade é virtuosa, por isso não se deve contaminá-la com segundas intenções. Pratique a generosidade, mas só se for espontânea, desprovida da intenção oculta de receber algo em troca por ela.

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Fonte: Quiroga.

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A CIVILIZAÇÃO.

•dezembro 18, 2011 domingo • Deixe um comentário

A CIVILIZAÇÃO.

Sempre que desejos ou interesses pessoais

entrarem em conflito com o que sabidamente

for inerente ao caminho da retidão,

não deve haver dúvida nem dilema,

se devem descartar tais desejos ou interesses pessoais.

Nesse momento a voz da autoindulgência

se elevará e argumentará com raciocínios sofisticados

o quanto a alma em questão seria merecedora

de um pouco mais para si,

em detrimento de continuar preservando

e sustentando princípios nobres e dignos.

Este é um momento íntimo de natureza crucial

que acontece sistematicamente com todos nós,

ninguém está livre disso

porque é aí que se resolve a tendência da própria civilização,

que é o somatório de como nós fazemos

para lidar com essa questão.

A civilização é uma entidade abstrata

vinculada a nossa intimidade.

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A solidão não deve ser objeto de ansiedade, já que neste momento ela seria sua melhor companhia, a que evitará que você se envolva com alguém com a alma motivada pela mera ansiedade relacionada à solidão.

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Observe, se tudo ficar muito difícil talvez tenha chegado a hora de renunciar aos desejos que com tanto ardor você queria realizar. Essa renuncia seria momentânea apenas, pois no futuro próximo a onda retornaria.

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É preciso ser realista num momento como o atual, pois estender-se na ilusão otimista, que só vê panoramas ingênuos, seria perigoso, colocaria em risco a estabilidade e prosperidade futuras. Você não quer isso.

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Você tem os recursos, você tem a vontade, tudo parece propício ao avanço. Porém, talvez as circunstâncias não sejam auspiciosas e a boa vontade não passe, por isso, de uma ingênua ilusão. Melhor deixar tudo para depois.

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Será necessária bastante destreza para evitar o confronto. Por isso, tente se enrolar o menos possível com palavras que nada explicariam e tudo complicariam. O silêncio parece ser a melhor pedida.

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Considere que muitas coisas andam acontecendo por aí e que essa tendência deve atrapalhar os compromissos, já que muitas pessoas terão de atender essas coisas que acontecem a despeito de ter se comprometido.

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Deixe ir embora, agarrar-se ao que supostamente traria segurança e proteção não seria a melhor pedida da atualidade. Acontece que as coisas devem mudar substancialmente e em muito pouco tempo. Melhor preparar-se.

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A formulação do desejo é incompatível com as circunstâncias, o que tornaria sábio que você renunciasse a esse ou que protelasse sua satisfação indefinidamente. Sua única inimiga, por isso, será a teimosia.

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Estagnar em assuntos que não encontraram saída não seria sábio. Há outro panorama extenso de tarefas e afazeres que requerem sua atenção e que podem andar muito bem. Você só empacará se assim o desejar.

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Um pouco mais de esforço que o habitual será necessário para garantir as mesmas coisas de sempre. É que o mundo anda produzindo limitações e constrangimentos que se disseminam com uma rapidez impressionante.

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Tentar agradar não significa que sua alma será sempre bem sucedida nesse esforço. Há momentos em que as pessoas decidem permanecer no mau humor e nada as tirará desse, já que desejam permanecer assim.

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Quando as pessoas empacam é melhor retirar-se e não discutir nada com elas. Afinal, empacaram porque o desejaram e só superarão essa condição quanto tiverem vontade. Seria desperdício de energia tentar convencê-las.

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Fonte: Quiroga.

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NOSSA VERGONHA

•dezembro 17, 2011 sábado • 2 Comentários

NOSSA VERGONHA.

Quando nossa humanidade for capaz

de se empenhar na ética

com a mesma força com que satisfaz o apetite sexual

teremos conquistado a certeza de que o futuro

será provedor de bem-estar a todos.

Nossa humanidade, sendo capaz de grandes voos,

de experimentar sua origem divina

e de fazê-la valer na prática,

normalmente troca isso por mixaria,

prefere a autoindulgência, a preguiça

e o constante exercício de troca de fluidos sexuais.

Qualquer macaco pode fazer isso, sem desmerecer os símios.

É absolutamente legítimo obter e promover satisfação sexual,

mas que nossa humanidade faça disso seu principal objetivo e,

junto à sede de poder, não veja nada além,

eis nossa vergonha.

Somos, por enquanto, uma espécie destinada ao divino

que chafurda na lama.

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Você não deve preocupar-se com a solidão, mas enxergar nela uma companhia das melhores, já que evita que você se lance a relacionamentos tolos que só trariam enfado em vez da buscada satisfação.

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Nem tudo deve ser tratado como um desafio que você deva superar. Às vezes as limitações acontecem para que a alma compreenda a necessidade de recuar e se tranquilizar. Talvez este seja um desses momentos.

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O aperto é generalizado e só não se torna escancarado porque as pessoas têm pudor de mostrar suas limitações. Porém, não seria sábio agir como se nada demais estivesse acontecendo no mundo. É preciso ser realista.

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Todo ser humano é livre e por isso vemos muitas pessoas estragando a vida delas por pura, livre e espontânea vontade. Raras são as pessoas que usam o abençoado instrumento da liberdade para melhorar suas vidas.

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O clima disperso é contrário ao que se requer de você neste momento. Por isso, o esforço terá de ser redobrado, pois cumprir seus deveres normais terá de contar com a dispersão que o ambiente e as pessoas produzam.

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Ainda é possível fazer algumas manobras para não apenas chamar a atenção da pessoa que interessa a você como também ir além disso. Porém, será necessário insistir o tempo inteiro, porque as pessoas andam dispersas.

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Muitas das coisas que acontecem atualmente não são produto do passado, são resultado da influência que o futuro exerce sobre o presente, preparando nossa humanidade para condições que ainda nos são desconhecidas.

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Entre arriscar-se e recuar há uma infinidade de dilemas que são virtualmente impossíveis de resolver. Talvez isso aconteça apenas para isso, para desfrutar os dilemas, e não para que você se obrigue a decidir.

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É completamente possível um ser humano pensar apenas o que tiver vontade de pensar. Porém, isso requer disciplina e treino e, por isso, o normal é que a mente de nossa humanidade seja um tropel de cavalos desbocados.

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Respeite as limitações, este não é um momento em que seria propício fingir que essas não existem. Não apenas as limitações são reais como também representam uma tendência que o mundo experimentará no futuro.

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Não deveria haver contradição entre deveres e prazeres, mas nossa civilização ainda não é evoluída o suficiente para educar as crianças a compreenderem a íntima associação desses, que aparentam ser opostos irreconciliáveis.

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Deixe que o esforço que você fez no passado brinde com seus frutos inerentes. Isso não é o mesmo que ficar esperando passivamente, apenas acompanhar com interesse a manifestação de coincidências cheias de significado.

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Fonte: Quiroga.

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O POSSÍVEL PLANEJAMENTO

•dezembro 16, 2011 sexta-feira • 1 Comentário

O POSSÍVEL PLANEJAMENTO


Vivemos os tempos

insanos e ruins que nós mesmos inventamos,

este é nosso labirinto, nossa criação retorcida.

Não fomos bons o suficiente para aplicar concretamente

a sabedoria divina que nos foi transmitida,

não fomos fortes o suficiente

para sustentar os princípios eternos.

Amarga é a colheita,

mas na melhor das hipóteses é libertadora também,

nossa humanidade sempre aproveitou

os momentos de profunda crise para recuperar

sua vocação criativa e se reinventar.

Essa, porém, é a melhor hipótese, a otimista.

Vivemos o momento em que é possível planejar o futuro,

mas temos um problema,

nos esquecemos de sustentar os princípios divinos

e sem esses que tipo de planejamento faríamos?

Só mediante a obediência ao céu aqui na Terra

poderíamos planejar um futuro verdadeiramente melhor

para nós e as futuras gerações.

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Melhor teria sido não saber certas coisas, porém, uma vez que a informação tenha penetrado a mente, não dá mais para fingir que não se sabe o que se sabe. Por enquanto, a informação pesará, mas depois se tornará libertadora.

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Em vez de continuar investindo com todas as suas forças para superar os obstáculos e limitações talvez seja melhor submeter-se a essas condições e aproveitar o que de bom tragam em seu ventre. Mudar de atitude será bom.

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Cumprir deveres é a onda deste fim de ano, bem diferente do habitual, pois era de se esperar que as festividades trouxessem alívio das obrigações. Porém, se a necessidade criou essa condição, melhor submeter-se a ela.

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A formulação do desejo faz parecer que a concretização seja simples, porém, a prática se ocupa de demonstrar o contrário. O longo caminho da realização do desejo é árdua e faz parecer que o objetivo não seja satisfatório.

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Milagres podem acontecer a qualquer momento, mas para aproveitá-los ou mesmo percebê-los a alma precisa estar sintonizada e purificada, à margem dos acontecimentos que nutrem constantemente a futilidade.

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Contemplar a distância quanto as pessoas complicam o que poderia ser absolutamente simples evoca o senso de dever de sua alma. A partir daí você viverá o dilema de intervir ou de deixar tudo correr em liberdade.

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Blindar-se contra supostos perigos não é a melhor saída, é apenas a mais lógica de todas. Acontece que, neste caso, a lógica não seria eficiente para você compreender tudo que o futuro trará até a sua vida.

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Você não precisa se antecipar explicando tudo que fará, melhor iniciar a ação e deixar que as coisas se expliquem por si. Dessa forma, você evitará estresse e, principalmente, não prometerá nada que depois não cumprirá.

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O raciocínio complica e facilita simultaneamente, tudo depende de como você o usar ou de como você se deixar submeter por esse processo. Submetendo-se ao raciocínio, você se complicará, usando-o você facilitará.

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Antes de iniciar um período de descanso é necessário acelerar e o cumprimento das tarefas. Às vezes esse processo é tão intenso que a alma chega ao período de descanso completamente exausta e não consegue desfrutá-lo.

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Primeiro os deveres e depois os prazeres. Siga essa linha hierárquica de comando e verá que os resultados serão infinitamente melhores do que escolhendo a subversão. Deveres em primeiro lugar e prazeres somente depois.

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Muita coisa deve acontecer, pois diversos movimentos você fez no passado em cujo ventre vinham frutos que requereram tempo para amadurecer. Agora é o tempo da colheita de alguns desses frutos. Hora de se deliciar.

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Fonte: Quiroga.

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O FUTURO É SIMPLES

•dezembro 15, 2011 quinta-feira • 2 Comentários

O FUTURO É SIMPLES

O processo de unificação

de todos os países e economias é inexorável

e só não avançou com a devida rapidez

porque não largam o osso

os humanos especializados em complicar tudo

com minúcias para se locupletar.

Independente de se passarem anos ou décadas,

o futuro da civilização consiste no livre trânsito pelo mundo,

isto é, não haverá fronteiras e, também,

numa moeda única e um único imposto mundial

e simples para que a administração aplique no espaço público.

Os humanos deverão a essa administração

uma parte fixa de suas rendas e nada além disso,

um contrato sagrado que não será quebrado,

pois quebrá-lo significaria promover miséria e degradação.

O futuro de nossa humanidade não comporta mais miséria.

O excesso de minúcias que complicam promove corrupção,

miséria e perda de precioso tempo.

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Toda agressão, ainda que velada ou politicamente correta, será sempre contrária à única virtude capaz de iluminar espiritualmente o caminho, a alegria. Somente a alegria vale a pena entre o céu e a Terra.

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Assim como em alguns momentos você expressa suas críticas de forma contundente e firme, faça o mesmo com os elogios, sem tentar seduzir ninguém, apenas elogiando para que as pessoas saibam de sua gratidão.

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A prosperidade não é uma expectativa apenas, é um processo em pleno andamento. Se você não possui ainda em sua conta bancária os números que apreciaria, isso não significa que não tenha havido prosperidade.

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O ciúme é uma falta de respeito e não uma prova de amor. É falta de respeito porque pressupõe que alguém possa ser dominado e não tenha livre-arbítrio para escolher, inclusive, os erros que quiser cometer.

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Milagres podem acontecer a qualquer momento, mas para aproveitá-los ou mesmo percebê-los a alma precisa estar sintonizada e purificada, à margem dos acontecimentos que nutrem constantemente a futilidade.

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A confiança será fundamental para resistir a cair na tentação de participar da corrente de fofocas que circula constantemente por aí. As fofocas parecem inofensivas, mas não são, representam desconfiança nociva.

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O nervosismo faz com que as pessoas se mostrem mais autoritárias do que verdadeiramente são. Isso pode acontecer com você também. Melhor seria que ninguém tomasse decisões enquanto durar o nervosismo.

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Obedeça às regras para compreender na prática se continuam sendo seguras e protetoras do fundamental, viver bem. Se as regras não comportarem esse destino, então será propício exterminá-las quanto antes.

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Agradeça ao céu e às pessoas tudo que recebeu e tudo que ainda receberá. Hoje você já compreendeu que assuntos difíceis do passado o tempo revelou ter sido o melhor que poderia ter acontecido na época.

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Muitos assuntos são protelados porque a alma pensa não estar à altura do necessário desempenho para enfrentá-los. Porém, se você os enfrentasse aqui e agora perceberia que tudo era muito mais simples do que o imaginado.

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Um pouco de divertimento será bem-vindo, já que nos últimos dias foi necessário aplicar atitudes rigorosas, as quais nunca são fáceis de executar. Evite que a rigidez dure mais tempo do que o necessário.

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Cansou de esperar? Pois é! A realidade não anda fornecendo todas as circunstâncias que sua alma considera necessárias para entrar em ação. Porém, você se esqueceu de que talvez seja você a circunstância mais importante.

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Fonte: Quiroga.

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É SIMPLES.

•dezembro 14, 2011 quarta-feira • 1 Comentário

É SIMPLES.

 

Sem tomar a iniciativa de simplificar a

administração do mundo,

nossa humanidade continua se complicando

além do que algum dia poderia ter

imaginado para si.

Complicar em vez de simplificar responde a

duas causas; a primeira é a nutrida pela

soberba que não permite nossa humanidade

se retratar dos erros cometidos e

solucioná-los; a segunda, mais sórdida,

consiste em nossa humanidade se locupletar

com as complicações especializando-se nelas.

Essa vertente é sórdida porque é

a fonte de toda miséria. A administração do

mundo poderia ser simples,

todos contribuiríamos com um simples

imposto para que os servidores públicos o

apliquem no espaço e serviços públicos.

Se isso se complica e continua complicado

é porque falta vontade real

para que tudo funcione de acordo com

o espírito da verdade.

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A liberdade pressupõe que você não entre no jogo de culpados e vítimas, mas que enxergue além desse constante ricochetear de argumentos tolos que as pessoas utilizam para não assumir a responsabilidade que lhes cabe.

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A compaixão resolve tudo e eleva o tom dos relacionamentos, conduzindo todas as pessoas envolvidas a uma vida mais digna. A compaixão não precisa esperar situações catastróficas para ser manifesta.

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Deixe que as preocupações vão embora e se divirta sem pudor nem temor. Certamente há assuntos muito importantes em andamento e o bom senso manda tratá-los com rigor, mas sem leveza tudo será mais difícil que o necessário.

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Uma das raízes mais sólidas do mau humor é a de você não ter perdoado devidamente sua própria alma pelos erros cometidos em algum momento misterioso do tempo. Ainda que não detecte esses erros, mesmo assim se perdoe.

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Cuidado com o desperdício de energia, tanto pelo excesso quanto pela falta. Comer demais é um desperdício de energia, pelo excesso. Consumir sua vitalidade em circunstâncias fúteis também é desperdício.

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O mundo seria um exemplo de harmonia se todas as pessoas cumprissem seus deveres. Porém, na prática há toda uma idéia de autoindulgência em andamento, que faz as pessoas se convencerem de os deveres serem irrelevantes.

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A falta de honestidade alheia será sempre uma decepção, porque perverte as regras do jogo e torna tudo infinitamente mais complicado do que o desejável. Melhor tomar a iniciativa para que só haja honestidade.

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O que não pode ser compreendido tampouco poderá ser aceito, ninguém é tão santo ou sábio para abrir os braços e destemidamente aceitar o desconhecido. Porém, há momentos, como o atual, em que a vida só pede isso.

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A insegurança não se resolve com impaciência, essa seria apenas uma forma de mascará-la e, com certeza, não seria a melhor. A insegurança pode ser também uma forma de proteger você de atitudes fora de contexto.

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A resistência é compreensível, você ainda desconhece o que virá por aí e acha melhor se agarrar ao mundo conhecido. Porém, nada será como antes, nunca mais, o que recomenda a sabedoria de se atrever ao desconhecido.

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A vida interior será sempre solitária, pois é impossível comunicar com fidelidade a tonalidade dos sentimentos ou a complexidade dos raciocínios íntimos. O interior é solitário, mas não é triste.

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Quanto mais forte você parecer, mais as pessoas se sentirão desafiadas a atacar você. Porém, se você demonstrar excessiva vulnerabilidade atrairá também a atenção das almas perversas que circulam por aí.

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Fonte: Quiroga.

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