CONSCIÊNCIAS ANESTESIADAS + VONTADES SEQÜESTRADAS = ESCRAVIDÃO E DESTRUIÇÃO

•outubro 20, 2008 segunda-feira • 3 Comentários
CONSCIÊNCIAS ANESTESIADAS + VONTADES SEQÜESTRADAS = ESCRAVIDÃO E DESTRUIÇÃO

Poderíamos dizer que o ser humano necessita urgentemente, sair da sua redoma e romper esse secular recolhimento em sua individualidade decaída e “ego-ísta” e, então, sair por ai, permitindo-se também ser livre, entregando-se à rendição da alma que aspira voar sem ter grilhões que a prendam neste ou naquele conceito pré-formatado e pré-concebido pelo dragão e seus seguidores, dominadores de mentes.

A vida humana, com o passar dos tempos, tornou-se um jogo cruel, um jogo de interesses. Os tempos (idade do ferro) determinaram: é proibido sentir, pensar, raciocinar.

Alguém certa vez escreveu um livro que ficou famoso, cujo título já dizia tudo: “O Rapto do Espírito”. Pois é, o espírito humano tornou-se prisioneiro, a força da vontade humana tornou-se um mero “desejo” e o poder do espírito humano tornou-se corrupto.

Desvairado pela ambição, opulência e ganância. Publicaram um outro livro chamado “Protocolo dos Sábios do Sião”, que os anti-semitas atribuíam aos judeus, como um programa para dominar o mundo. Nunca se provou nada.

Mas, fosse de judeus, de árabes ou de chineses, o Protocolo pretende a mesma coisa: o seqüestro da alma, o domínio dos espíritos, o controle das vontades, as rédeas das mentes e o anular da consciência. Um livro terrível que apresenta um plano oculto bem “macabro”. Um livro que provoca até dor de cabeça para quem o lê.

O projeto descrito nesse livro infernal é bem claro: destruir os valores familiares, anular a cultura e as artes, perverter as religiões, dominar a juventude através dos vícios, promover o luxo desenfreado, distrair as massas populares com diversões que as impedissem de pensar, demolir todas as formas de hierarquias, romper valores para canalizá-los apenas aos de ordem econômica, controlar a imprensa, inverter a moral, desacreditar os justos e honestos e, então, incentivar o sexo sem limites, multiplicar crises, criar inimigos e guerras para concentrar a riqueza e o poder nas mãos dos poucos aliados.

Seria então estabelecido um governo único, não da Luz, mas das trevas. Uma espécie de governo maléfico que controlaria todas as vontades, crenças e tipos de fé religiosa com precisão cirúrgica.

Ofertaria ao povo um tipo de fé cega, sem consciência. A qual ele governaria através de promessas que jamais seriam cumpridas. Promessas de dias melhores, de salvação e de um paraíso prometido.

Não o verdadeiro paraíso, aquele que somente se conquista através do constante aperfeiçoamento interior, da constante luta para o despertar da consciência para os valores reais, intrínsecos do espírito, mas um paraíso ilusório, o qual todos acreditariam ser possível somente através dessa fé cega e inconsciente.

Apenas ofertando dízimos e crendo em uma hipotética salvação. Ou então, para os incrédulos, seria lhes mostrado que somente através dos vícios, da riqueza material e opulência, eles poderiam alcançar a felicidade.

Os dirigentes governamentais se apresentariam como sendo honestos e cumpridores de seus deveres cívicos, porém, na verdade, eles estariam servindo cegamente (agentes cegos) a um governo maior que permaneceria oculto arquitetando o domínio total do planeta. Ora, por mais louco isso pareça, está acontecendo!

Você duvida?

Então leia os jornais, assista os noticiários, ouça os programas de rádio. A ONU – cumprindo ordens – se tornou a síntese de tudo isso, instrumento do grande império sob controle dos imperadores. ONU e Cruz Vermelha, ambas remendam os estragos, colhem os cacos das destruições.

A imprensa internacional trabalha em uníssono, a mais orquestrada organização de poder jamais vista, uma coligação, como a antiga “politique d’entente” dos franceses. Não há mais espaço para quem pense de forma diferente, pois, o “pensar único” realmente se impôs aos povos.

Uma globalização de mentes sob controle de poucos dominadores está acontecendo antes da globalização comercial e governamental. Uma globalização que não está visando uma unificação verdadeira de consciências que se viriam como irmãs operando em harmonia com a Natureza e o cosmos.

Não, não é nada disso! Mas é uma força que faz o povo render-se, calar-se, aceitar mediocridades, admirar o ridículo, preferir o efêmero, promover as iniqüidades, gostar do horror, deliciar-se com o sofrimento alheio, acovardar-se perante as violências, autoderrotar-se diante da lei do mais forte.

Cria-se o terror para depois, oferecer proteção e salvação: Aviões jogam bombas e, em seguida, alimentos. É a mesma técnica utilizada pelas máfias. Os guerreiros do Nepal – considerados os mais cruéis mercenários do mundo – narraram como era o treinamento a que se submetiam para aprender a matar sem remorsos.

No início do treinamento somente matavam formigas. Depois, baratas. Quando se acostumavam, passavam a matar ratos, gatos e cães. Em seguida, passavam a matar animais maiores. Adquirido o hábito de matar, passavam a matar seres humanos. Por isso, passaram a ser considerados os mais cruéis e frios matadores, pois não tinham qualquer problema de consciência.

Com os nazistas, aconteceu o mesmo. Os oficiais e soldados que serviam nos campos de concentração não demonstravam nenhum sentimento de piedade ou de humanidade. Haviam se tornado verdadeiras bestas humanas.

Com o povo em geral é diferente? Infelizmente não! A cada dia, as pessoas vem sendo “treinadas” a se acostumarem com as matanças sem sentirem qualquer sentimento de piedade, amor, solidariedade ou compaixão.

Antigamente, as crianças dificilmente ficavam sequer sabendo algo sobre violências e assassinatos. Brincavam com suas pipas, bolinhas de gude, etc. Hoje, elas próprias se divertem matando centenas de pessoas em seus videogames e se deliciam ao ver o sangue espirrando por todos os lados.

Muitas extrapolam o virtual e vão às escolas para matar os mestres e colegas, pois tem muitos exemplos para isso. Quanto mais violência, melhor, mais emocionante, não é assim? Fabricam até jogos que ensinam como atropelar e assassinar pessoas apenas por prazer.

Por isso, elas não reagem mais à odiosa crueldade que dizima inocentes no Afeganistão, na Palestina, em Israel ou no seu bairro. Até mesmo nos assaltos, cada vez mais constantes nas ruas, no comércio e nos lares. E isso, para citar apenas alguns dos palcos da bestialidade humana.

Tanto é, que chegamos a um ponto em que, assistir a um filme onde se fala de compaixão, de amor ou fraternidade, é considerado pelos jovens e até pelos adultos, como sendo “careta” e “sem graça”. É de clamar aos céus uma intervenção, é de despertar a indignação até das rochas.

E, no entanto, o derrame do sangue de inocentes já não nos incomoda. A desonestidade dos governantes passou a ser “normal”. Até dizemos: – O que vamos fazer? Tudo acaba em pizza e cerveja mesmo!

Ah! Quanta inércia! Quanto entorpecimento mental!

A humanidade já vem escolhendo Barrabás há muito tempo e nem notou isso. Diariamente, em suas decisões, preferem as ofertas do “diabo” e não as ofertas divinas. Comovem-se quando vêem um filme sobre a crucificação do Cristo, mas continuam crucificando-o diariamente dentro de si mesmos e não percebem.

Acostumaram-se tanto com as desgraças, violências, guerras e horrores diários, que não se lembram mais o que é a Paz, o companheirismo, a fraternidade e a solidariedade.

E, quando ouvem falar em Fim do Mundo, não acreditam, dizendo: -Que besteira! Somente fanáticos como esses místicos podem acreditar numa bobagem como essa. Não percebem que o fim de uma civilização sempre se inicia, primeiramente, com o fim da moral, dos bons costumes, do fim do respeito pela vida pelo seu próprio povo.

Enfim, com a perda do discernimento que permite ao indivíduo saber escolher o certo no meio do errado. Ao que me parece, não é exatamente o fim do mundo, mas o fim de uma civilização formada por pessoas que decidiram se recolher para dentro da sua própria insensibilidade, de seu ego-ismo e ilusão, tapando os olhos para a verdade que mostra a realidade dos fatos.

É preciso sair do recolhimento, se unir a aqueles arautos da verdade, pois, do jeito que as coisas vão, em breve, todos irão sentir vergonha de pertencer à raça humana. Muitas pessoas poderão até dizer: -Se houve alguma criação inicial, o ser humano deve ser invenção de Lúcifer, não de Deus. Pois nenhum Deus de amor seria capaz de criar seres tão cruéis como o homem.

Por um certo lado, isso é uma grande verdade, mas, não podemos nos esquecer da arte, da graça, da genialidade e da generosidade humana – de um Mozart, de um Gandhi, de uma Tereza de Calcutá, de um Francisco de Assis, de um Chico Xavier ou de uma jovem mãe amamentando o filho com todo o seu carinho e amor.

Então compreendemos que dentro do ser humano existem dois lados, o céu e o inferno, o bem e o mal, o Yin e o Yang, a luz e as trevas, a inteligência e a ignorância, a paz e a guerra. Ele é, ao mesmo tempo, o mais belo e o mais horroroso de todos os animais; aquele que desperta ternura e nojo, amor e ódio. Ele é antagônico em essência, um paradoxo que caminha, fala, e age.

Quem conhece o ser humano? Nem ele próprio!

Ele é antagônico e uma incógnita a si mesmo! Ele vive com a morte ao seu lado desde que nasce e, ao morrer seu corpo material, descobre que é espírito vivo. Não compreende nem a vida e nem a morte, por isso mesmo, vive com um pé sobre a morte e o outro sobre a vida, vivendo uma espécie de sonambulismo eterno. Sem conhecer nenhuma delas.

O medo o aprisiona.

Sente medo do diabo tanto quanto teme a Deus. E por temer a ambos, não consegue amar nem a si mesmo. Não amando a si mesmo em primeiro lugar, não sabe o que é o amor e não sabendo, odeia acreditando que está amando e ama achando que está odiando.

Que confusão é essa? A essa complicada questão foi dado o nome de “PARADOXO”. A vida do ser humano é, realmente, um grande paradoxo, pois ele consegue contradizer-se em quase tudo. Como podemos verdadeiramente nos compreender e nos aceitar como bebês cósmicos que estão deixando de engatinhar para começar a andar? Mas, o medo do desconhecido nos entorpece.

O NOVO nos parece um inimigo feroz e o PRÓXIMO é nosso concorrente. Até quando continuaremos acreditando que somos um ser único? Quando, na verdade, todos nós é que somos UM ÚNICO SER! O fato é que todos nós necessitamos urgentemente sair do quadrado e do limitado. Isso é urgente!

Nem o tempo, nem o espaço podem esperar mais. Almas anestesiadas não vêem, não sentem, não enxergam, não ouvem e não reagem. São como autômatos controlados por poderes invisíveis disfarçados e escondidos atrás de nomes pomposos e carismáticos.

Necessitamos despertar nossa consciência para a verdade e para a realidade daquilo que É! Voar às alturas nas asas do espírito livre e livremente acessar os códigos da biblioteca viva na natureza da qual somos apenas parte, para, dessa forma, um dia, podermos olhar a um espelho e dizermos a nós mesmos:

– EU SOU UM FILHO DE DEUS, FEITO À IMAGEM E SEMELHANÇA DO MEU PAI/MÃE. E SE CONHEÇO AO MEU PAI/MÃE É PORQUE, ANTES, CONHECI A MIM MESMO, POIS NO AMOR DE TODOS OS AMORES, SOMOS UM ÚNICO SER!

Chega de anestesia mental! Chega de seqüestros mentais!

Tudo está em nossas mãos! Depois do petróleo Iraquiano, quem sabe se o presidente americano George Bush não irá se interessar pela flora e reservas da Amazônia, água potável, minérios, quem duvida?…

Na década de 50, os negros americanos dos Estados do Sul, como Alabama, Geórgia, Mississipi, etc., só podiam sentar-se nos bancos traseiros dos ônibus. Um dia, uma senhora negra sentou-se num banco da frente e foi agredida e expulsa do ônibus.

No domingo seguinte o Reverendo Martin Luther King iniciou um movimento de boicote aos ônibus, movimento esse que obteve total adesão dos negros, até mesmo dos outros Estados sulistas. Onze meses depois do início do boicote, durante o qual os negros não andaram de ônibus, os políticos, pressionados pelos proprietários das empresas, votaram uma Lei que proibia a discriminação racial nos meios de transporte.

Essa é a linguagem que os políticos americanos entendem. A linguagem do “business”. Agora, Bush e seu parceiro Toni Blair, da Inglaterra, pretendem invadir o Iraque para apropriar-se de suas reservas de petróleo, da mesma forma que vêm interferindo na política da Venezuela e em todos os demais países, como se fossem donos de tudo.

Está na hora de sairmos de nossa letargia, de nossa indiferença, e começarmos a agir. Nessa linha, propomos um boicote aos produtos americanos. Jogar pedras e quebrar vitrines dos Mac Donalds, mundo a fora, é fazer o jogo da violência, que é o jogo deles.

Basta deixarmos de ir lá. Basta ensinar aos nossos filhos que eles podem obter boa comida em outros lugares. Igualmente quando tivermos sede, não precisamos tomar Coca-Cola. Vamos tomar guaraná ou um chá que seja produzido aqui.

Quando comprarmos um carro, compremos carros franceses, alemães, italianos, coreanos, japoneses, ou qualquer outro, menos Ford, GM ou Crysler. Abastecer o carro: Petrobrás, Ipiranga ou Shell (que é holandesa). Esso, não. Conta em banco: Citibank ou Boston – estamos fora. Remédios, computadores, pasta de dentes, roupas de grife, passagem aéreas, qualquer coisa: americana, não!

Aliás, esse remédio já foi experimentado pelos ingleses, na Índia. Lá, Gandhi liderou a “resistência pacífica” e, sem violência, obteve a independência de seu País. Detalhe: não vamos estar criando mais desemprego por não irmos ao Mac Donald’s ou não tomarmos Coca-Cola, pois estaremos gerando empregos ao consumirmos produtos de seus concorrentes. Apenas o lucro e os royalties não vão mais para os Estados Unidos.

É HORA DE COMEÇARMOS A AGIR!

Primeiro: repasse essa mensagem a todos os seus conhecidos;

Segundo: mantenha-se alerta para, quando comprar algo, mesmo no supermercado, estar atento e não comprar nada de origem americana;

Terceiro: tenha paciência, pois a cada duas semanas estaremos reenviando essa mensagem para lembrá-lo deste compromisso;

Quarto: confie. Em menos tempo do que se imagina mudaremos a postura belicista do Bush;

Quinto: se você tem amigos em outros países, mande-lhes essa mensagem e peça-lhes que a traduzam e divulguem.

Finalmente, lembre-se: Individualmente, não somos ninguém, mas, como povo e como consumidores, temos o poder em nossas mãos!

Amigos, precisamos nos conscientizar do momento histórico extremamente importante em que estamos vivendo. O governo americano quer apertar o gatilho da terceira guerra mundial.

A humanidade tem dois caminhos para construir seu futuro: o caminho do amor e o da dor. Está em nossas mãos definirmos essa questão. É preciso união!

Se nos unirmos com um único propósito, poderemos mudar a história. Basta acionarmos nossos poderes de decisão, sairmos dessa redoma da indiferença e agirmos. Pois querendo ou não, as decisões de certos governantes cavaleiros das trevas, já estão afetando nossas famílias e a nós mesmos.

Vamos sair dessa anestesia mental e nos alistarmos no exército da paz! pois do contrário, estaremos entregando a humanidade nas mãos dos quatro cavaleiros do apocalípse! depois não adianta ficar chorando pelo leite derramado! a chance é agora! vamos à luta!

Web site: http://www.ergom.hpg.com.br Autor: Ergom Abraham

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“QUEM SOU EU E O QUE POSSO FAZER NESSE PLANETA FANTÁSTICO?”

•outubro 20, 2008 segunda-feira • Deixe um comentário

“QUEM SOU EU E O QUE POSSO FAZER NESSE PLANETA FANTÁSTICO?”

Por Robert Happé

http://www.roberthappe.net/

Idealmente e na prática queremos trabalhar juntos de uma forma co-criativa com outros de mente e intenção semelhantes, que também sentem em si mesmos o poder da coragem e do amor para desafiar a supressão do conhecimento e a doutrinação da raça humana, que causou tantas doenças, desconforto, estresse e insegurança em muitos de nós.

Minhas questões sempre têm sido “Quem sou eu?” e “O que posso fazer nesse planeta fantástico?”.

Quando olho ao meu redor, vejo as massas completamente perdidas em relação ao propósito da vida e do amor.

Aqueles com uma visão mais profunda da vida sempre foram ridicularizados pelas forças do poder, porque se fizessem o que é certo, isto teria implicações catastróficas para os sistemas religioso, econômico, político e militar.

Assim, suas visões foram suprimidas.

E quando a supressão não foi possível, aqueles que possuíam o conhecimento eterno foram ridicularizados, condenados, criticados ou diminuídos de todas as formas possíveis.

As mentes de bilhões de pessoas foram programadas para acreditar que o dinheiro é superior ao amor, então as massas veneram o dinheiro como seu Deus e senhor e vivem em total ignorância sobre quem são, de onde vêm e o que podem fazer no nosso planeta, que incidentalmente é a nossa casa.

A maioria das pessoas não tem nenhum pensamento em suas mentes que não tenha sido plantado lá por alguém ou por alguma coisa.

Nós precisamos nos lembrar novamente do propósito da nossa própria existência e despertar da amnésia espiritual que nos fez entrar em conflitos, guerras e egoísmo por milhares de anos.

É chegada a hora de contatar de novo nossa Consciência Superior e memória e curar a separação que existe entre nós e os outros.

Meu trabalho e desejo é ajudar a restabelecer as ligações com essa memória.

Quando conseguimos acessar nosso próprio poder, tudo pode ser curado.

Aqueles de nós que caminham pela estrada da auto-descoberta são os que lideram no processo do despertar e, como resultado, desejam servir aos outros com seu conhecimento e seu amor.

Eles entendem a lei básica do investimento, que quanto mais você investe, maior será o retorno. Assim como quanto mais você ama, mais é amado.

Trabalhar conjuntamente em cooperação só pode ser realizado por aqueles que, através de suas experiências, aprenderam a ver o significado e propósito maiores da vida

Estamos no limiar de uma mudança indescritível e incompreensível.

Não temos tempo para pensar de modo egoísta ou permitir que o medo nos controle.

Vamos nos ajustar a essas mudanças estimulantes e fazer o que nunca fizemos antes: unir nossas forças e consciências em confiança e fazer o melhor possível para ajudar e curar os outros de acordo com nossas habilidades.

Porque cada um é parte de nós e o que quer que você ajude a curar nos outros, você cura em si mesmo.

Então para ajudar na restauração da Humanidade – para esse propósito nós poderíamos dirigir nossa energia e consciência criativa – a escolha é: você é cooperativo ou não?

E a última questão para todos nós na partida do planeta Terra será: “Quantas pessoas você serviu e quão bem você as serviu?”

Consciência é a Resposta – vídeo entrevista com Robert Happé

Queres Ajudar?

•outubro 20, 2008 segunda-feira • Deixe um comentário

QUERES AJUDAR?


Ajuda a ti mesmo primeiro!
Somente os amados amam.
Somente os livres libertam.
Somente são fontes de paz os que estão em paz consigo mesmos.

Os que sofrem, fazem sofrer.
Os fracassados
necessitam ver a outros fracassar.
Os ressentidos semeiam violência.
Os que tem conflitos
provocam conflitos a seu redor.
Os que não se aceitam
não podem aceitar aos demais.

É tempo perdido e utopia pura
pretender dar a teus semelhantes
o que tu não tens.
Deves começar por ti mismo.

Motivarás a realizar a teus próximos

na medida em que tu estejas

realizado.


Amarás realmente ao próximo na medida em que aceites
e ames serenamente a ti mesmo e teu passado.

“Amarás ao próximo como a ti mesmo”,
porém não perderás de vista
que a medida será “tu mesmo”.
Para ser útil a outros,
é importante seres tu mesmo.

Sejas feliz e teu próximo
se encherá de alegria.

autor: Minero

fonte: nasdat

**********

¿Quieres ayudar?…
Ayúdate primero!
Sólo los amados aman.
Sólo los libres libertan.
Sólo son fuentes de paz
quienes están en paz consigo mismos.

Los que sufren, hacen sufrir.
Los fracasados
necesitan ver a otros fracasar.
Los resentidos siembran violencia.
Los que tienen conflictos
provocan conflictos a su alrededor.
Los que no aceptan
no pueden aceptar a los demás.

Es tiempo perdido y utopía pura
pretender dar a tus semejantes
lo que tú no tienes.
Debes empezar por ti mismo.

Motivarás a realizarse a tus allegados
en la medida en que tú estés realizado.
Amarás realmente al prójimo
en la medida en que aceptes
y ames serenamente tu persona
y tu pasado.

“Amarás al prójimo como a ti mismo”,
pero no perderás de vista
que la medida eres “tu mismo”.
Para ser útil a otros,
el importante eres tú mismo.

Sé feliz tú y tus hermanos
se llenarán de alegría.

Minero – nasdat


Reflexos & ações

•outubro 20, 2008 segunda-feira • Deixe um comentário

Reflexos & ações

“Um novo homem,

um homem completamente transformado

vai aparecer em cena,

um ser capaz de quebrar as cascas do homem velho

e não olhar apenas para

um novo céu e uma nova terra,

mas SER, ele mesmo, o seu próprio Criador.”

Carl Gustav JUNG

*

“Não tenho um caminho novo.

O que eu tenho de novo

é um jeito de caminhar.”

Thiago de Melo

*

“Se afrouxares demais a corda, ela não toca;

se apertares demais, ela arrebenta.”

Palavras de um professor ao ensinar como se afina um instrumento de

corda. Neste momento, Siddharta Gauthama passava pelo local e intuiu

a base de sua filosofia espiritual:

O Caminho do Meio.

[Buddha]

*

Só, Sozinho e Solitário / João de Abreu Borges

Há uma grande diferença entre ser só e ser sozinho.
Distanciamo-nos mais ainda, quando tentamos compreender o que é ser solitário, se antes não procurarmos definir aquelas duas condições anteriores.

Logo de início, podemos sintetizar:

a) encontrar-se só, significa estar pleno em si mesmo, conseguindo distinguir todas as vozes em sua própria voz;

b) encontrar-se sozinho, significa perder-se diante de um turbilhão de imagens, esquecendo-se de si mesmo, como se o espelho virasse ao contrário; e

c) encontrar-se solitário é enxergar vida apenas na morte; é morrer com prazer; assumir seu cansaço existencial; iludir-se com estímulos que já não é possível identificar de onde vêem.

Em qual destas três condições existe a angústia do egoísmo ou o êxtase da solidariedade?

Em qual delas sobrevive, de forma medíocre, a autofagia dos insaciáveis ou a divinização do espírito humano?

Vejamos:

a) estar só é encontrar-se;

b) estar sozinho é perder-se junto aos outros;

c) estar solitário é cronometrar a própria morte.

Precisamos muito da Filosofia – enquanto terreno fértil à expansão de ideais humanistas – para estarmos sós e nos sentirmos bem.

A Religião – em especial as que atormentam os seres com dogmas e martírios – serve de abrigo para quem se encontra sozinho.

A Ciência – caminho rígido que inverteu a evolução da humanidade, atraindo-lhe com os imediatismos de suas conquistas “racionais” – é habitat perfeito para quem atravessa a vida sem transpassá-la.

No exato momento em que uma pessoa sente-se vazia, seja por dentro, seja por fora, ou das duas formas, ela deve imediatamente se perguntar: “Estou só, sozinha ou solitária?”

Para o homem oriental (com sua cultura altamente espiritualizada, e situado no hemisfério intuitivo do “cérebro” de nosso planeta), a resposta soa brilhante e sóbria: “Só!”.

Para o homem ocidental (que mantém seus deuses bastante ocupados na proteção de seus bens materiais), a resposta seria rápida e cruel: “Sozinho!”.

“Solitário!”. Esta, infelizmente, poderá ser a resposta do homem do futuro, diante do resultado de tantos estragos que estamos cometendo hoje.

Um homem só, encontra uma ambiência interior perfeita para alcançar um elevado nível de auto-conhecimento, tão elevado que o permitirá, temporariamente, sentir-se sozinho sem se perder, mais adiante, sentir-se até mesmo solitário e não morrer, voltando-se sempre (e ao final de qualquer experiência) para si mesmo como quem volta para casa e reencontra seus objetos pessoais no mesmo lugar, em especial aquele que lhe é mais caro: o aconchego em seu próprio coração.

*

“A meta da vida é nascer plenamente,

embora sua tragédia consista em que

a maioria dos homens morre antes

de haver nascido assim.”

Eric Fromm


ARAUTO DO FUTURO

•outubro 18, 2008 sábado • 6 Comentários

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“Jamais houve um tempo

em que eu não existisse,

nem você…

nem há um futuro

no qual deixaremos de existir”

sri krishna ( bhagavad gita) …

Agora é o instante de poder.
Agora é o instante de Poder.

O Universo é muito flexível

e extremamente sensível

ao Intento inflexível!!!

»«


se crês,


crias


»«

“Se você PENSA que pode

ou SONHA que pode,

COMECE.

OUSADIA

TEM GENIALIDADE,

PODER

e MÁGICA.

OUSE FAZER e

o PODER lhe será dado.”

GOETHE


*

O caminho do guerreiro

se inicia com um processo de autodescobrimento,

não é um combate bilateral

senão que para consigo mesmo, explorar quem é vc,

o que tem feito,

e no que vc deseja transformar-se.

O guerreiro combate

contra o adversário interno,

contra as mesmas forças

que residem dentro de si.


Começa explorando sua própria sombra interna.

Aquilo que não aceita dentro de si mesmo,

que contudo esta aí.


*

“A Magia

é o estudo das leis que regem

as forças que nos rodeiam

e que são postas em ação pelo poder da Vontade;

a Magia é a ciência que ativa a potência do Verbo e,

sobretudo, dirige e concentra o poder do Amor,

porque a Magia não é branca e nem negra.

A cor da Magia

está no coração de quem a pratica“.

Márcia Villas-Bôas


*

Fluindo a Energia

Importa como flui a Energia

A mais humilde das ações pode ser tão realizadora

quanto a mais impressionante delas,

porque a Fonte não se expressa melhor em um esforço,

em detrimento de outro.

Não é o que você faz,

mas a forma como permite a Energia fluir

através da ação enquanto você a realiza

que faz a diferença na vida.

É por isso que existem jardineiros felizes,  

cirurgiões felizes, e carteiros felizes.

Expressed by Abraham-Hicks
Trad. Flávia Criss

*

Decida-se


“Tome uma decisão e então faça esta decisão ser a certa.

Alinhe sua Energia.


Em muitos casos não importa o que você decidiu.

Apenas decida-se.

As opções que podem ser úteis a você são intermináveis,

e todas ou qualquer uma é melhor

que não decidir-se.”

Expressed by Abraham-Hicks
Trad.  Claudia Giovani

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“Decífra-me ou te devoro”

***** ***** *****

” O que faz dela quase um Segredo .

É SER ela assim … tão transparente.

Ela *É* livre, e *SER* livre a faz brilhar.

Concebida no Éter, Semente do Sol,

Divina Filha da Terra, Mar e Ar.”

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” Aqueles que dançavam

eram considerados totalmente

insanos por aqueles que não

conseguiam escutar a música. “

Angela Monet

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